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As Grandes Navegações

Espanhóis e portugueses precisavam achar um novo caminho para as Índias. Este episódio marca o início das Grandes Navegações.

A necessidade de encontrar um caminho para as Índias está na gênese das Grandes Navegações. Em 1453, depois de muitas guerras e tratados de paz, os turcos otomanos tomaram Constantinopla, decretando o fim do Império Bizantino. A cidade estava decadente havia séculos, mas sua localização, situada estrategicamente na entrada do mar Negro, permitia aos mercadores europeus uma rota segura para o Oriente.

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Desde 1240, os europeus, especialmente genoveses e venezianos, dirigiam-se para o litoral da Índia, Indochina e China em busca de especiarias (incensos, ervas e drogas), ouro, prata e tecidos. A expansão do império mongol – do Extremo Oriente até a Europa central, nós séculos XIII e XIV – permitiu o estabelecimento de rotas seguras para o comércio.

No entanto, a epidemia de peste do século XIV e a queda de Constantinopla inviabilizaram as rotas terrestres. Era preciso encontrar outra maneira de chegar aos ricos entrepostos do sul asiático. A necessidade levou à inovação: as frotas das cidades-estado italianas dominavam o mar Mediterrâneo, mas para aventurar-se no oceano Atlântico, eram necessárias embarcações mais resistentes.

Já em 1417, o príncipe infante Henrique, de Portugal, havia reunido construções de navios, navegantes e cartógrafos, para desenvolver novas técnicas de navegação. O local ficou conhecido como “Escola de Sagres”, mas não deve ser entendido como uma instituição educacional.

Em Sagres, produziram-se e adaptaram-se grandes inovações tecnológicas: cartas náuticas, bússolas, sextantes e a caravela, embarcação rápida, fácil de manobrar, capaz de navegar contra o vento (bolinar) e, em caso de necessidade, pode ser movida a remos. Este avanço foi fundamental para as Grandes Navegações.

Os portugueses começaram a costear a África em 1420, mas apenas em 1487 o navegante Bartolomeu Dias conseguiu dobrar o cabo da Boa Esperança (na atual África do Sul), região famosa pelas tempestades.

Pouco depois, em 1492, Cristóvão Colombo, navegante genovês convenceu os reis espanhóis Fernando de Aragão e Isabel de Castela a financiarem uma expedição marítima de três caravelas, que seguiria em direção ao oeste, certo de que a terra era esférica e, navegando sempre em frente, alcançaria as Índias.

Sem saber, ele alcançou uma ilha em 12 de outubro, à qual deu o nome San Salvador (uma das ilhas das Bahamas). A América estava descoberta. O navegante voltou outras três vezes ao continente. Em 1493, fundou a primeira colônia: Hispaniola (ilha que hoje abriga Haiti e República Dominicana).

A exploração da África e América continuou pelos séculos seguintes. Em 1494, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, dividindo o mundo não cristão entre as duas potências navais. Em 1499, Vasco da Gama aportou na Índia, estabelecendo definitivamente a nova rota comercial.

No ano seguinte, 13 caravelas comandadas por Pedro Álvares Cabral exploraram a costa brasileira. Ignorando o Tratado de Tordesilhas, ingleses, franceses e holandeses também se aventuraram no Novo Continente, estabelecendo colônias que só a partir do final do século XVIII começariam a se tornar nações soberanas.

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