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Qual o ácido mais forte do mundo

Quando se fala em acidez, o composto em questão é mais forte que o ácido súlfuro, em sua potência máxima. Apesar de não corroer tudo, o estrago é inevitável.

Todo composto cuja acidez é superior em 100% a do ácido sulfúrico é considerado um superácido. Atualmente o ácido mais forte que já foi registrado é o fluorantimônico. Esse composto é formado através da fusão entre pentafluoreto de antimônio e fluoreto de hidrogênio.

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A mistura foi criada para ocasionar reações químicas com substâncias que os demais compostos não podem reagir.

O fluorantimônico é 1016 vezes mais forte que o ácido sulfúrico puro. Como a corrosão ocorre através da relação entre as substâncias e não pela força da mistura, esse ácido não corrói absolutamente tudo, mas depois da reação corrosiva, é impossível recuperar o estrago.

O fluorantimônio, cuja fórmula é HSbF6 geralmente é apresentado como uma calda transparente, solúvel facilmente em água, reagente com diversos solventes, extremamente corrosivo, mas não inflamável.

Os superácidos normalmente são utilizados como catalizadores, para romper moléculas, principalmente do petróleo puro e gás natural, na produção de materiais como plástico e outros derivados.

Para saber o poder dos ácidos puros, vários materiais já foram derretidos. Veja quais são os três compostos mais poderosos conhecidos pela química atual e o dano que causam no vidro, metal, plástico e no corpo humano.

ÁCIDO NÍTRICO – HNo3

Muito conhecido é usado como agente explosivo, juntamente com glicerina e ácido sulfúrico. Não danifica metais preciosos, mas a maioria dos comuns.

Plástico: o ácido nítrico na temperatura de 90º C transforma o plástico em calda.

Metal: o aço é diluído quando o ácido está em solução aquosa.

Vidro: não há reações.

Humano: em contato com a pele origina um laivo amarelo e as queimaduras causadas não são tão graves.

ÁCIDO SULFÚRICO – H2So4

Também famoso, esse material é utilizado pelo setor industrial e para criar fertilizadores. Confira os estragos:

Plástico: Com concentração ultrapassando 40%, liquefaz o plástico; sua venda é fiscalizada pela Polícia Federal.

Vidro: Não há reações

Metal: O contato com do ácido com o vidro origina ferrugem, que não permite o avanço da corrosão.

Humano: Desidrata os tecidos e queima a pele gravemente, com concentração superior a 15%.

ÁCIDO FLUORÍDRICO – Hf

Esse composto é guardado em polímeros, pois corrói outros materiais das embalagens. Veja as reações com os quatro materiais:

Plástico: o plástico, quando atingido pelo ácido fluorídrico vira uma espécie de xarope.

Vidro: quando concentrado, atinge mais de 100º C, e derrete o vidro, que chega a borbulhar.

Metal: neste material o ácido não é tão forte puro quanto é diluído. Quanto mais diluído, mais estrago. O aço vira gás e líquido.

Humano: Puro queima. Diluído se infiltra nas camadas da pele e chega a derreter os tecidos ósseos.

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