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Curiosidades inúteis sobre as Olimpíadas

Muita coisa ocorre nos bastidores do maior evento esportivo do mundo.

Na antiguidade, os jogos eram realizados na cidade de Olímpia, ao lado de rituais e oferendas aos deuses gregos. Nesta cidade ficava uma das sete maravilhas do mundo, a estátua de Zeus. Era um evento tão importante que até as guerras eram adiadas. Os jogos aconteceram desde o século VIII a.C. até o século IV d.C., com a introdução do cristianismo no Império Romano.

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A primeira versão das Olimpíadas da era moderna ocorreu em 1896, em Atenas (Grécia), idealizada pelo barão de Coubertin e incluiu provas dos jogos gregos, como arremesso de disco e luta greco-romana.

Política

Em plena guerra fria, ianques e camaradas nem sempre se deram bem. Por exemplo, em 1984, os russos boicotaram os jogos de Los Angeles. Nas Olimpíadas seguintes, os americanos deram o troco: não havia nenhum representante da bandeira de estrelas e listas nos jogos de Moscou, em 1988.

A política interferiu em outros jogos. Em 1948, depois da Segunda Guerra Mundial, o Japão foi proibido de participar.

Em 1956, Egito, Iraque e Líbano não participaram por causa do ataque israelense em Suez, espanhóis e holandeses protestaram contra a invasão da Hungria pela URSS e a China, por causa da eterna briga com a ilha de Formosa.

A África do Sul ficou fora dos jogos de 1964 a 1992, em função dos protestos internacionais contra o apartheid, política de segregação racial então vigente no país.

Em 1972, terroristas palestinos atacaram a Vila Olímpica de Berlim (Alemanha) e mataram 11 atletas.

Roubando a cena

As Olimpíadas são sempre emocionantes, mas não apenas pela performance dos atletas. Vários coadjuvantes querem roubar a cena. Na primeira edição dos jogos modernos, o príncipe grego Constantino invadiu a pista da maratona para correr os últimos metros ao lado de Spyridon Louis, seu compatriota vencedor da prova.

Se os atletas se apresentavam nus na Grécia antiga, por que os espectadores modernos não podem fazer o mesmo? Pelados em busca de 15 minutos de fama estiveram presentes em ao menos três edições: Montreal (1976), Sydney (2000) e Atenas (2004).

Para terminar, alguém que irritou muito os brazucas: na competição de 2004, o ex-padre irlandês Cornelius Horan interceptou a trajetória de Vanderlei Cordeiro, que liderava a maratona. Foi o suficiente para o brasileiro se concentrar. Mesmo assim, trouxe a medalha de bronze na bagagem. Menos sorte teve Maurren Maggi. Nos jogos de Pequim, em 2008, a atleta teve suas varas extraviadas. Perdeu a concentração e também o ouro olímpico.

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