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Comidas que parecem saudáveis, mas não são

Alimentar-se bem é fundamental para a beleza e a saúde. No entanto, existem comidas que parecem saudáveis, mas não são.

Abster-se de refrigerantes, comer frutas e barras de cereais entre as principais refeições, evitar carnes gordurosas e incluir muita salada na dieta são atitudes que se aproximam do “política e ecologicamente corretos”, regras não escritas que parecem gerir as relações hoje em dia. Mas algumas comidas são bem menos saudáveis do que a propaganda que se faz sobre elas.

Aves especiais

Peru, frango e pato são oferecidos por diversos frigoríficos em embalagens “prontas para ir ao forno”. O consumidor só precisa colocar a ave para assar e, quando pronta, decorá-la da forma que quiser.

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Entretanto, o teor de sódio encontrado nos temperos é muito elevado. Avaliações indicam que, em algumas marcas, numa porção do prato consome-se até um terço do sal indicado para um dia inteiro.

Catchup

O catchup nasceu na Ásia, atravessou o continente com os holandeses, ganhou o Atlântico e desembarcou nos EUA, que são os responsáveis pela inclusão do tomate na receita. Existe um mito sobre este molho: o de que ele não leva tomates, mas eles são 70% de sua constituição.

Numa revista americana, li um artigo sobre um homem que decidiu adotar uma dieta balanceada e saudável e resolveu pôr o molho vermelho para turbinar o gosto de alguns alimentos, como o queijo de soja. Nos anos 1980, o Departamento de Saúde dos EUA propôs trocar os vegetais da merenda escolar por catchup.

O molho é rico em licopeno, uma substância que retarda o envelhecimento. Mas a principal qualidade do tomate, a vitamina C, fica comprometida pelo processo industrial e pelos muitos conservantes. No entanto, o principal problema não é este, mas o excesso de açúcar e sal na formulação.

O açúcar no catchup representa as calorias vazias, que não agregam valor à comida e podem levar à obesidade. Excesso de sal está relacionado a doenças cardiovasculares e renais, no médio prazo.

Chocolate diet

Muitas pessoas relacionam o termo “diet” à redução do açúcar na receita, mas o adjetivo pode referir-se à redução ou eliminação de qualquer ingrediente (como o glúten ou sal, por exemplo). O chocolate diet tem realmente menos açúcar, mas, para manter o sabor, a indústria aumenta a quantidade de gorduras.

O resultado, se o objetivo é emagrecer, é nulo. O produto diet acaba sendo mais calórico que a versão tradicional.

Produtos diet e light apresentam redução de açúcar, sal, gorduras, lactose, etc. No entanto, esta redução pode manter os níveis destas substâncias acima dos recomendados pelo nutricionista. Se existe alguma restrição alimentar na dieta, o consumidor deve seguir as orientações dos especialistas, e não apenas basear-se nos comerciais de TV.

Sopas prontas

As sopas são o alimento ideal para quando surge aquele resfriado ou gripe. As sopas de pacotes, nos dias mais frios, são práticas, rápidas e ajudam a manter o corpo aquecido e a publicidade apregoa as qualidades naturais das sopas instantâneas, mas “esquece-se” de falar dos conservantes, gorduras e do principal vilão: o sódio.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor revelou que cada porção de algumas marcas chega a conter metade do total de sódio recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Maionese

Saladas são a opção ideal de refeição para um dia quente. No entanto, muitas pessoas optam por saladas com maionese, ricas em calorias e gorduras (em alguns casos, inclusive trans, o tipo de gordura que mais favorece a elevação do LDL, o colesterol ruim).

É preferível deixar a maionese para o almoço num domingo ensolarado. Escolha as versões light do produto e compare os rótulos (inclusive com a versão tradicional), para não comprar gato por lebre. Faça a salada em casa e, se for incluir frango ou presunto na receita, lembre-se de que está aumentando a gordura total do prato.

Pães enriquecidos

Os supermercados estão abarrotados com pães de forma enriquecidos com diversos grãos, como cevada, centeio e algumas marcas informam que foram acrescentados vitaminas e colágeno (um antioxidante).
O problema, neste caso, é que muitas marcas produzem seus pães enriquecidos (alguns classificados como multigrãos, por levar três ou mais cereais na formulação) com grãos refinados, que reduz bastante os benefícios da ingestão de cereais integrais. Mais uma vez, é preciso comparar os rótulos.

Sucos industrializados

Sucos são feitos de frutas e, portanto, saudáveis e nutritivos? A história não é bem assim. Os sucos industrializados (concentrados, néctar, em pó, etc.) têm muitos conservantes, alguns têm acidulantes, para realçar o sabor cítrico, e estas substâncias comprometem os teores vitamínicos.

O principal problema, no entanto, é o teor de açúcar. Testes verificaram que um copo de suco industrializado de 300ml pode conter até três colheres de açúcar, valor muito acima do indicado que pode prejudicar a produção de insulina e levar ao diabetes. As caixinhas são práticas, mas é melhor voltar às frutas in natura, mesmo que isto signifique mais trabalho com a lavagem do liquidificador ou da centrífuga.

Atenção também com as populares barras de cereais: compare os rótulos e escolha as com maior teor de fibras, menos gorduras e mais frutas e grãos integrais. Alguns destes “saudáveis produtos” nem sequer têm fibras na composição, que são o principal chamariz dos anúncios.

A última dica: alimentos “gordura zero” costumam caprichar no sódio, para preservar o sabor. Outros aspectos a serem levados em conta são as quantidades de calorias, vitaminas, sais minerais e fibras presentes nos produtos.

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