Hipertrofia Muscular

Conceitualmente, a hipertrofia é o aumento das funções celulares dos músculos, ou seja, o aumento das células e órgãos. Em poucas palavras, a hipertrofia é resultado de um treinamento específico de uma qualidade física, que podem ser braço, perna, abdômen, panturrilha ou ombro.

No caso da hipertrofia muscular, muito se fala sobre este tema, pois alguns esportistas e também atletas fazem intensivos exercícios para se tornarem “bombados”. Ao passo que o atleta exercita os músculos do corpo de acordo com uma série específica, naturalmente ocorre a hipertrofia. Porém se o exercício for cessado, a célula volta ao aspecto normal e a hipertrofia desaparece.

Além deste tipo, existe também a hipertrofia fisiológica e a patológica. No caso da primeira, alguns órgãos e tecidos, cuja atividade também depende de alguma estimulação nervosa. Um exemplo é durante o período da gravidez, que a musculatura uterina pode aumentar e diminuir. Já a hipertrofia patológica pode aparecer em consequência de estímulos variados, como por exemplo a hipertrofia do miocárdio, que ocorre quando o coração e a parede cardíaca aumentam, devido a alta pressão ou pelo volume do sangue.

Para que ocorra a hipertrofia, o fornecimento de O2 e de nutrientes deve ser maior para suprir o aumento das exigências celulares, além das células devem ter suas organelas e sistemas enzimáticos íntegros, por isso células lesadas não podem se hipertrofiar.

Contudo, a capacidade de hipertrofia é diferente caso a caso, pois para cada organismo e tipo de célula, é necessário diferentes estímulos. Estudos comprovam que em alguns casos o estímulo da hipertrofia provoca também um aumento do material genético, podendo haver poliploidia ou multiplicação celular e causar até a morte celular.

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