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Você sabe controlar a raiva?

A raiva é um sentimento natural, necessário para extravasar descontentamentos e frustrações. Mas é preciso saber controlar.

Todo o mundo sente raiva. É um sentimento instintivo, que surge quando somos pressionados, desatendidos em nossos desejos e necessidades. A forma como cada pessoa expressa sua raiva varia de indivíduo para indivíduo: pode ser uma ruga de contrariedade no rosto, um palavrão e mesmo uma agressão física. Seja como for, todos precisam aprender a controlar a raiva.

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A raiva e o medo (cujas reações são muito parecidas) não são prerrogativas do homem – são inerentes a diversas espécies animais. Estes sentimentos surgem quando somos contrariados: o cérebro obriga o organismo a liberar uma quantidade maior de adrenalina, hormônio relacionado a situações de emergência, que habilitam a pessoa a decidir mais rapidamente sobre as formas para lidar com a situação estressante.

O descontrole, no entanto, é muito prejudicial. Pode gerar o afastamento de amigos e familiares, multas por não atender às determinações de autoridades policiais e de trânsito, agressões físicas e até a morte. Por isto, apesar de necessária para reduzir o estresse, é preciso saber controlar a raiva.

A raiva sem controle

Situações do cotidiano determinam condutas inadequadas. Por exemplo, o elevador demora a chegar e você desconta a frustração já na portaria – passa direto, sem cumprimentar vizinhos e porteiros, como se isto pudesse compensar os minutos de atraso.

Outro motivo frequente é o trânsito. Não dar passagem a outro veículo, xingar e até perseguir eventuais “barbeiros” por uma “fechada” e cultivar um ódio constante em relação aos motoboys, mesmo sem experiências negativas pessoais, é sinal de que algo está errado.

Quem fica com raiva facilmente e tem dificuldades para controlar o sentimento gera conflitos pessoais. Quando o sentimento é intenso e sem controle, gera prejuízo à pessoa. Mais comumente, a raiva se manifesta em ambientes competitivos, como o local de trabalho. Quando a pessoa não consegue encontrar meios de voltar ao “normal” pode gerar a raiva doentia, em que a pessoa não controla os impulsos e pode se envolver em acidentes.

A raiva excessiva também pode causar taquicardia, hipertensão e distúrbios do sono. Um dos pontos mais preocupantes é que as probabilidades de a pessoa se envolver em eventos de violência são elevadas, mesmo com pessoas próximas.

A raiva também pode aparecer no próprio lar, em função de más relações ou pressões sofridas em outros ambientes. A família é essencial para os relacionamentos sociais e, se este fundamento não for constituído adequadamente, as relações da vida adulta poderão ser frágeis, com muitas atitudes reativas, em vez de ações planejadas.

É preciso mais empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro. Valorizar coisas simples, como as plantas, crianças, mesmo o vislumbre uma lua cheia são atitudes que conferem prazer e ampliam a capacidade de alteridade, de ver o outro como diferente, mas não como antagonista. Esquecendo a parte messiânica e religiosa do Evangelho, devemos lembrar que Jesus resumiu os mandamentos a apenas dois, e o segundo é “amar o próximo como a si mesmo”.

Isto significa entender os interesses e desejos do outro, sempre diferentes dos nossos, mas não necessariamente contrários. E, da mesma forma que nós, o próximo comete erros, porque ninguém é perfeito. Exercícios de autoconhecimento podem ajudar a controlar a raiva.

Identificar e procurar formas de atenuar as situações de estresse – quando não é possível eliminá-las por completo – também ajudar no controle da raiva. Isto depende do temperamento de cada um, mas pode-se cantar no trânsito carregado, por exemplo, para “esquecer“ o tempo perdido no congestionamento.

Noites bem dormidas, exercícios físicos, bom relacionamento com a família e os amigos e alimentação balanceada são outros fatores que ajudam no controle da raiva. Ao perceber, porém, que o sentimento está exacerbado, é preciso procurar ajuda: a psicoterapia comportamental cognitiva é um instrumento útil para aprender a identificar situações de raiva.

O sentimento, no entanto, não é intrinsecamente ruim. São Paulo já falava da “santa ira”, a indignação frente a situações de preconceito e injustiça, a raiva ajuda a nos tornarmos cidadãos conscientes e a reagir frente a prejuízos sociais. E natureza é sábia e dotou os seres humanos com a capacidade de reagir. A raiva, como todos os demais sentimentos, pode melhorar os indivíduos. Basta saber controlá-la.

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