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Vasectomia pode ser revertida?

Cirurgia de esterilização masculina, a vasectomia pode ser revertida. Mas tudo depende do tempo e do método adotado.

Ao contrário das mulheres, os homens têm poucas opções de métodos contraceptivos. Os preservativos a base de látex ou poliuretano, que também protegem contra a maioria das doenças sexualmente transmissíveis são a única maneira de evitar uma gravidez indesejada. A outra opção é definitiva: a vasectomia. Mesmo assim, 5% dos homens esterilizados procuram meios de reverter a cirurgia.

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Há 30 anos, pesquisadores estudam a produção da “pílula masculina”. O funcionamento sexual do homem depende de vários hormônios. O principal deles é o GnRH (hormônio liberador da gonadotrofina), fabricado pelo hipotálamo, que regula a secreção de outros dois hormônios, o FSH (hormônio estimulante dos folículos) e o LH (hormônio luteinizante), responsáveis pelas funções reprodutivas: no organismo masculino, respondem pela produção da testosterona e dos espermatozoides.

A “pílula” mais viável atualmente é, na verdade, uma injeção. Médicos chineses produziram uma substância composta por testosterona sintética e um óleo extraído da semente de chá verde. Ela “avisa” o hipotálamo de que os níveis estão adequados e este deixa de liberar o GnRH. Os níveis de testosterona (que define as características masculinas) não são alterados, mas os de FSH e LH caem e os testículos param de gerar espermatozoides. O homem ejacula normalmente, mas sem as células reprodutoras.

Parece bom? O problema está nos efeitos colaterais. O anticoncepcional pode provocar doenças cardiovasculares, variações de humor, infertilidade permanente e até câncer de próstata. Outras versões sem hormônios foram testadas, com substâncias capazes de impedir a movimentação dos espermatozoides ou paralisar os músculos responsáveis por sua liberação. Mas até hoje todos os elementos testados em cobaias causaram impotência.

Desta forma, o homem que não quer ter (mais) filhos só tem uma opção: a vasectomia, que consiste na ligadura dos canais deferentes, dutos sensíveis ao toque, que partem da base dos testículos em direção à ampola (anexa à próstata), onde os espermatozoides ficam estocados, à espera da ejaculação. Com a secção destes canais, as células sexuais são impedidas de se unir ao sêmen, líquido que conduz os espermatozoides pelo canal vaginal.

A cirurgia é simples, realizada sob anestesia local e em ambulatório. De acordo com a legislação, só pode ser realizada em homens com mais de 25 anos, com dois filhos, ou nos casos em que a gravidez gere risco de vida para a parceira. A recuperação é total após três ou quatro dias, mas o efeito não é imediato: é preciso usar preservativo e realizar espermograma após dois meses, porque existe a possibilidade de haver espermatozoides vivos durante este período.

A reversão

Pesquisas indicam que um em cada 20 homens demonstra arrependimento em algum momento nos dez anos seguintes à vasectomia. O motivo mais comum é o estabelecimento de uma nova união e o desejo de um filho com a nova mulher. A vasectomia pode ser revertida num procedimento chamado vasovasostomia.

Como sempre, desfazer é sempre mais fácil do que fazer. Enquanto uma vasectomia é realizada em apenas 20 minutos e requer uma ou duas horas de repouso, a vasovasostomia pode exigir até quatro horas e um dia inteiro no hospital. O procedimento não é complexo: o cirurgião faz uma incisão na cicatriz da vasectomia, procura os canais deferentes, corta suas pontas e os religa, para reconstruí-los

A vasovasostomia pode levar mais tempo, se houver ocorrido uma obstrução no epidídimo, estrutura em que os espermatozoides são maturados. O paciente precisa manter abstinência sexual por um mês, para permitir a reestruturação dos tecidos. Os pacientes precisam fazer espermogramas regularmente, para verificar o sucesso da cirurgia. Após um ano sem a constatação de células sexuais no sêmen, considera-se que a cirurgia não atingiu o objetivo desejado.

Até três anos após a vasectomia, as probabilidades de o homem recuperar a fertilidade atingem os 95%. Após 15 anos da cirurgia, caem para 70%.

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