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Síndrome de Estocolmo – Conheça a Síndrome de Estocolmo

O termo Síndrome de Estocolmo surgiu na década de 1970 e se mantém até hoje. Porém, muitas pessoas não sabem exatamente do que se trata, e nem suas causas.

A simpatia que sequestrados tem por seus sequestradores, criando vínculos afetuosos, empatia ou admiração, tem um nome. A Síndrome de Estocolmo se chama assim porque, em 1973, quatro pessoas foram feitas reféns no banco “Sveriges Kreditbank of Stockholm”, em Estocolmo, na Suécia, por dois assaltantes. Depois de negociações e até mesmo troca de tiros, os reféns foram levados a um dos cofres do banco e lá mantidos por seis dias. Neste meio tempo, os prisioneiros passaram a defender os sequestradores, afirmando que a polícia era a causadora de todo aquele transtorno, que os assaltantes eram vítimas tanto quanto elas. Após este incidente, casos como esse foram batizados com o nome de Síndrome de Estocolmo.

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Causas da Síndrome de Estocolmo

Agora que você conhece a origem, vamos às causas: uma sensação de proteção pode ser sentida pelo sequestrado, deixando seguro de que nenhum mal irá lhe acontecer. Já que a vida está na mão de outra pessoa, ela passa a devê-la ao sequestrador, que, em muitas vezes lhes tratam mal inicialmente, com abusos físicos, sexuais e verbais e até mesmo cortando alimentação, e depois acabam dando a elas um tratamento mais humano, assim podemos dizer. Um se torna dependente do outro, o que desencadeia em confiança mútua e afeto.

Um caso mais recente serve como exemplo à síndrome. Em 2006, na Áustria, Natascha Kampusch, com 18 anos, conseguiu fugir do cativeiro no qual viveu enclausurada por oito anos. Mesmo abusada sexualmente e maltratada, ela encontrou pontos positivos no cárcere. À época, disse à imprensa que ao menos não passou a juventude bebendo e fumando. Natascha também demonstrou tristeza ao saber que seu sequestrador havia morrido. Nunca se saberá o que levou ela a ter essa impressão do sequestro, mas o afeto sentido pela garota foi diagnosticado pelos psicólogos como Síndrome de Estocolmo também.

De qualquer forma, não se trata somente de sequestros. Casos de esposas que apanham de seus maridos e mesmo assim não agem para coibir esse tipo de ação, podem ser diagnosticados como síndrome também. Você sente amor ou carinho por alguém que lhe faz mal? É dependente de alguém mesmo tendo consciência de que isso pode não lhe fazer bem? Pois é! Repense este ato, você pode estar com a Síndrome de Estocolmo.

Síndrome de Estocolmo: Tratamento

O tratamento para a Síndrome de Estocolmo consiste em medicamentos para perturbações, como remédios para dormir, e psicoterapia para superar os traumas a longo prazo. Assemelha-se muito com o de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e na maioria das vezes é concluída com sucesso, e o paciente consegue conviver em sociedade, algo muito difícil em períodos pós traumas.

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