Quais foram as piores epidemias da história?

Matando mais que as guerras, as epidemias já dizimaram milhões de pessoas no decorrer do tempo. O problema é que elas ocorrem sem aviso prévio.

Por incrível que pareça mesmo a gripe comum tem potencial para acarretar um extermínio geral. Surtos podem acontecer a qualquer momento e muitas armas de guerra já foram criadas a partir desses vírus. Conheça os níveis que uma doença pode alcançar e quais foram as mais devastadoras da história.

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Endemia: Esse é o primeiro nível de contágio. Normalmente de restringe a uma região, como um ou dois estados apenas.

Epidemia: Neste nível a doença já surpreende a área de saúde, por ultrapassar os limites previstos para a temporada, se estendendo rapidamente.

Pandemia: Considerado pandemia, esse é o nível alarmante, quando a doença atinge um país inteiro, ou um continente, podendo até atingir outros.

Veja também: Epidemias

Vírus Mortais

1. Ebola – 1976: 1 mil mortes ao ano.

Sendo a “menor” das epidemias, era transmitida principalmente por agulhas com sangue infecto. Os sintomas eram vômitos de sangue e olhos sangrando. Ocorridas na África, as epidemias matavam cerca de 50 a 90% das pessoas infectadas.

2. Sífilis – 1493 a metade do século 16: 130 mil mortes ao ano

Transmitida sexualmente, foi espalhada principalmente pelas prostitutas. Inicialmente foi transmitida na época das expedições de Colombo, pelas índias que viviam na atual República dominicana.

3. Cólera – 1865 a 1917: 370 mil mortes ao ano

Com uma marca mínima de sete pandemias, a doença expandiu-se nessa época do Ganges, na Índia até a Ásia. Em 1826 atingiu a Europa e a partir daí morreram milhões de pessoas em todo o mundo. Cerca de 50% das pessoas infectadas morriam.

4. Varíola – Século 18: 600 mil mortes ao ano

A varíola foi uma das responsáveis pelo colapso de impérios como os astecas e incas. Desde 1979 não se têm documentação de surtos, mas o vírus continua congelado, em um laboratório nos Estados Unidos e outro na Rússia.

5. Sarampo – Metade do século 19 até atualidade: 1,3 milhão de mortes ao ano

Espirros e tosses são a forma de contágio. Apesar da taxa alta de mortes, é uma doença regional. Por ocorrer com frequência nos mesmos locais, várias pessoas já são resistentes ao vírus. Em 1529, em Cuba, cerca de 70% da população foi dizimada pelo sarampo, pois nunca antes tinham tido contato.

6. Tuberculose – Atualmente: 1,5 milhão de mortes ao ano
Transmitida por vias aéreas, a tuberculose matou muita gente em cidades pertos das indústrias, entre os séculos 19 e 20. Hoje aproximadamente 14 milhões de pessoas possui a doença.

7. AIDS – Atualmente: 1,8 milhão de morte ao ano

Cerca de 2,6 milhões de novos casos são documentados a cada ano. O vírus transmissor do HIV é passado sexualmente, pela gravidez, de mãe para filho e através do sangue. Atualmente são 33 milhões de infectos, entre casais, grávidas e usuários de drogas.

8. Peste bubônica – 1347 a 1353: 3,5 milhões de mortes ao ano

Cerca de um terço da Europa foi dizimado com a doença, em sete anos. Até hoje a epidemia ocorre, iniciada no século 6. Aproximadamente 180 mortes ainda ocorrem todos os anos.

9. Gripe espanhola – 1918 a 1920: 8,8 milhões de mortes ao ano

Cerca de 22 milhões de pessoas morreu infectada pelo vírus H1N1. Há quem diga que os números chegam a 100 milhões. A epidemia ganhou esse nome porque nenhum outro país infectado falou sobre a doença além da Espanha.

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