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Poupar e economizar

Muitas pessoas consideram estes dois verbos como sinônimos, mas existem diferenças entre poupar e economizar.

Quando barganhamos o preço dos legumes na feira, suspendemos algumas compras desnecessárias ou comparamos preços antes de adquirirmos qualquer item de consumo, isto significa economizar. Poupar, no entanto, vai um pouco além, porque a maioria das pessoas economiza em produto, mas acaba gastando em outro.

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Poupar, desta forma, é reservar parte dos rendimentos mensais (salários, pró-labore, recebimento de aluguéis, por exemplo) para a constituição de um patrimônio (casa própria, automóvel, casa de praia, etc.) ou a realização de um sonho, como uma festa de casamento ou uma viagem internacional.

A maior parte dos economistas afirma que os brasileiros tendem a desistir de poupar por não identificar resultados no curto prazo.

Realmente, poupar é uma atividade de médio ou longo prazo, de acordo com o objetivo.

Uma boa dica, apesar da violência urbana, é fazer as compras de rotina com dinheiro vivo. Quem tem R$ 50 na carteira, vai ter de limitar as aquisições apenas com este valor. O emprego de cartões de débito e crédito é mais seguro, mas os consumidores compulsivos precisam mantê-los na gaveta, longe dos supermercados, magazines e shopping centers. Outra dica importante é evitar fazer compras na internet, sem antes pesquisar o melhor preço. Existem sites que oferecem serviços de descontos e cupons. Eles pesquisam em várias grandes lojas (confiáveis) de varejo online e exibem os melhores preços para o produto que você está procurando. Um bom exemplo de site que oferece esse serviço é o codigosdesconto.com.br. Use e abuse destes sites que certamente vão te ajudar a economizar e poupar.

Ao utilizar os cartões, fique atento as programas de milhagem: algumas operadores “se esquecem” de informar os clientes sobre os benefícios, que, de acordo com as cláusulas contratuais, sempre têm um período de validade para serem usufruídos.

De acordo com pesquisa da Fundação Itaipu Brasil (de previdência privada), uma operadora de cartão de crédito assevera que 26% dos brasileiros não sabem exatamente onde foram gastos na conservação e manutenção da casa e nas necessidades da família.

Boa parte destes valores são consumidos supérfluos em alimentação e lazer. Vale lembrar que os limites de cartões e cheques especiais não fazem parte dos rendimentos da casa e devem ser utilizados apenas em ocasiões emergenciais. Um em cada quatro brasileiros está endividado com os bancos.

Para economizar, é preciso definir as metas dos gastos mensais, um percentual da renda doméstica (por exemplo, 50% do valor serão reservados para os gastos essenciais, como aluguel, contas de consumo, despesas com escolas e cursos, combustível, etc.).

Como começar a poupar?

O início da constituição de um patrimônio financeiro é mais difícil para quem possui dívidas. De acordo com a renda, pode-se reservar até 30% para a aquisição de bens, mas isto varia em função das necessidades de cada residência. É preciso negociar e quitar as dívidas com a maior brevidade possível.

Profissionais liberais e autônomos também esbarram em algumas dificuldades: a variação dos rendimentos de mês para mês pode prejudicar o planejamento financeiro. Para algumas categorias, a sazonalidade também causam problemas: uma sorveteria, por exemplo, pode faturar alto nos meses quentes, mas sofre para manter as contas em dia durante o inverno.

Ao economizar nas pequenas despesas diárias, é possível reunir bons valores para poupar e também para investir, mas é necessário manter a disciplina financeira. O primeiro passo é organizar um orçamento doméstico, o que pode ser feito em uma planilha de Excel.

Todas as receitas e despesas da família devem ser lançadas: não basta apenas prever o valor devido do aluguel e esquecer-se das contas de consumo. Da mesma forma, ao lado das mensalidades escolares, devem figurar as despesas com lanches, transporte, etc.

Neste orçamento, é necessário incluir uma provisão para despesas emergenciais, como honorários médicos, pequenas reformas na residência, etc. Além disto, tudo o que for consumido em bens e serviços deve estar previsto na planilha: presentes de aniversário e outras datas especiais, almoços fora de casa, viagens, gorjetas, até mesmo o cafezinho na esquina ou os agrados diários para as crianças (brinquedos, chocolates, etc.).

Economizar não é uma tarefa difícil. Com a planilha, é possível visualizar as despesas que podem ser reduzidas ou eliminadas. Todos nós temos tendência ao consumo, sempre estimulada pelos muitos anúncios comerciais que despertam a sensação de necessidade de produtos e serviços. Nem sempre é necessário trocar o automóvel ou o computador, por exemplo.

A hora de poupar

Uma vez organizado o orçamento doméstico e verificados os pontos em que é possível economizar, o passo seguinte é começar a poupança. É importante também manter o saudável hábito de chegar ao final do mês com alguma sobra para aplicar em uma aplicação financeira – uma meta mínima para criar a poupança da família.

A escolha da aplicação depende do perfil do investidor. A caderneta de poupança é a preferida dos brasileiros (em 2012, 125 milhões mantinham nela as economias), mas as letras de câmbio imobiliário (LCI), letras de câmbio agrícola, certificados de recebíveis imobiliário (CRI), certificados de recebíveis do agronegócio e debêntures de infraestrutura também são isentos de Imposto de Renda e contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), para depósitos de até R$ 250 mil.

Os mais ousados podem investir em fundos de ações ou fundos imobiliários. O risco destas aplicações é maior, mas a rentabilidade quase sempre também é. As ações são títulos de renda variável (não garantem remuneração para os seus compradores).

Ao adquirir ações de uma commodity, como soja ou petróleo, os investidores estão sujeitos às variações dos preços internacionais, que podem apresentar viés de queda por diversos motivos, inclusive o nervosismo dos mercados.

Nos fundos imobiliários, o principal risco é a inadimplência ou depreciação dos aluguéis dos empreendimentos (reduzindo automaticamente os rendimentos). Além disto, o investimento apresenta baixa liquidez. Apesar de o número de ações negociadas na Bolsa de Valores venha aumentando ano a ano, ainda é pequenos o número de investidores.

Existem também os riscos da obra: atrasos na entrega do imóvel, compra de material de construção de má qualidade, despesas extras com acidentes de trabalho e até mesmo fatores arqueológicos ambientais e arqueológicos: um condomínio de luxo na beira de uma estrada pode não liberação da Secretaria do Verde, por exemplo. Se, na primeira fase das obras, forem encontradas ruínas ou vestígios de civilizações antigas, o projeto também será embargado.

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