Planos 3G para celular: prós e contras

Confira os planos 3G para celular e descubra qual é o melhor para suas necessidades.

Para muitas pessoas, a conexão com a internet através do celular é ainda mais importante do que os serviços de chamadas e mensagens. O acesso à rede mundial de computadores através de smartphones já está em sua quarta geração (4G), mas os aparelhos e tarifas são proibitivos para a maioria dos assinantes. Portanto, os planos 3G continuam em alta.

Cada operadora de telefonia móvel oferece pacotes pós-pagos com diferentes configurações, associados ou não à aquisição de minutos para conversar. As promoções variam quase diariamente, mas é preciso cuidado com elas: compra-se um novo chip por causa dos preços baratos e, no mês seguinte, as tarifas são aumentadas.

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Cada usuário precisa conhecer seu próprio perfil: quanto tempo permanece conectado, quantas chamadas faz por dia (em média), etc. Além disto, é preciso lembrar que os planos de internet oferecem velocidades em bits (um byte, a medida que usamos para os arquivos de computador, equivale a 8 bits). Quando a propaganda fala de um plano de 1 giga, está (mal) informando que a velocidade é de 125 megabytes.

Por exemplo, um estudante que se conecte apenas enquanto esteja na condução para a escola (e talvez no intervalo entre as aulas) pode decidir-se por uma franquia mais barata (franquia é a velocidade da conexão e o tempo disponível para navegar). Já um representante comercial, que passe o dia visitando clientes e precise estar conectado “full time”, deve optar por um período maior.

A cobertura das operadoras, tanto para o sinal do telefone como para conexão, varia em cada localidade. A Oi, por exemplo, começou suas atividades no Rio de Janeiro e agora a empresa informa que já cobre 73% do território paulista. Nos planos 3G, Oi e Tim são as empresas que mais ampliaram sua rede celular em 2013. As operadoras estão relacionadas em ordem alfabética e as informações foram obtidas nos sites de cada empresa de telefonia móvel.

Claro

É uma das operadoras que investiu na telefonia celular e ampliou sua cobertura virtual. Além disto, neste ano, passou a oferecer planos de franquia mais rápidos (o usuário pode optar entre 300 MB, 500 MB, 2 GB e 5 GB). O valor varia entre R$ 30 e R$ 100.

A Claro também deixou de cobrar os minutos excedentes ou simplesmente suspender o sinal quando a franquia chegava ao limite, mas reduz a velocidade de conexão quando o assinante atinge o total contratado: a velocidade fica entre 64 e 128 kbps (quilobits por segundo).

A operadora faz promoções no plano “Sob Medida”. Os mais atraentes são destinados aos clientes que adquirem o aparelho nas lojas da Claro. Todos os planos navegam na rede 3GMAX da empresa, com tecnologia HSPA, que melhora o desempenho da navegação.

Oi

Os preços praticados pela operadora vêm caindo consistentemente. A franquia mais rápida, que custava R$ 100 em 2012, hoje sai por R$ 60 para novos usuários. Clientes antigos devem contatar a Oi para negociar os valores das tarifas cobradas, já que a empresa não reduz automaticamente os preços.

As franquias são de 30, 50, 100, 200 e 500 MB e 1 e 2 GB, com tarifas entre R$ 7 e R$ 60. Todos os clientes navegam na velocidade de 1 Mbps (após o consumo da tarifa, cai para 125 kbps, um oitavo da velocidade). Do pacote de 200 MB em diante (R$ 21 mensais), os usuários têm direito ao uso gratuito da rede wi-fi da Oi (a internet sem fio instalada em locais públicos, como aeroportos, restaurantes e livrarias).

Tim

A operadora oferece um os planos pós-pago: o Tim Liberty Web. O volume de dados varia entre 300 MB e 3 GB. Os internautas navegam na velocidade de 1 Mbps. Após o uso total da franquia, a velocidade cai para 50 kbps. Os assinantes precisam desembolsar de R$ 22 a R$ 70 mensais para usar o serviço.

A Tim oferecem outros planos para acesso à internet via modem ou tablet, mas eles não podem ser utilizados em smartphones ou qualquer outro sistema de voz, mas é possível contratar um serviço de voz avulso para um modem e utilizá-lo no celular. Este pacote é pré-pago.

Vivo

Os planos pós-pagos da operadora variam de 20 MB a 10 GB (velocidade de navegação de 1 Mbps), com mensalidades de R$ 10 e R$ 200. Após o consumo da franquia, a velocidade cai para 32 kbps a 256 kbps; mas é possível manter a velocidade da navegação, pagando um valor excedente para cada MB, que fica entre R$ 3,90 (no plano básico) e R$ 0,10 (para franquias a partir de 500 MB).

A Vivo é a empresa de telefonia celular com maior cobertura no país, apesar da forte concorrência com as demais. A operadora também oferece pacotes casados (entre 60 e 1.200 minutos de conversação) com franquias de 1 a 3 GB, que incluem ligações locais, para outras operadoras, envio de torpedos, DDD, DDI, roaming nacional e internacional. Os valores mensais atingem mais de R$ 500 mensais, mas os planos permitem até cinco linhas adicionais, mas é preciso estar atento, porque o preço dos minutos excedentes em ligações locais passa de R$ 1, o que significa que dar um smartphone com um filho de namorada recente (ou antiga) pode deixar a conta bem salgada no final do mês.

Todas as operadoras oferecem planos pré-pagos (de um dia, uma semana, uma quinzena ou um mês), mas com velocidades bem reduzidas, que caem ainda mais depois do consumo total do crédito inserido. Claro e Tim oferecem franquia máxima de 300 MB, a Oi, de apenas 30 MB, e Vivo, de 200 MB.

A velocidade é drasticamente reduzida depois do consumo da franquia (em alguns casos, cai para 32 kbps) e muitos serviços são de má qualidade; portanto, se for preciso usar a conexão com a web com frequência, o ideal é migrar para um plano pós-pago.

Os valores aqui apresentados são uma média das tarifas praticadas no território nacional, que são menores em grandes cidades, com maior concentração de assinantes.

Antes de contratar qualquer plano, é preciso acessar os sites das operadoras, comparar cobertura (de voz e conexão), franquias, taxa de transferência de dados, custo tempo adicional, pacotes com acesso à internet, conversação telefônica, torpedos, etc. Em alguns pacotes, também estão incluídos serviços de telefonia fixa e TV a cabo.

Respeitando a legislação em vigor, as operadoras têm o direito de alterar seus planos e preços sem prévia alteração do governo. Além disto, já ocorreram casos de venda excessiva de chips (e aparelhos), que provocaram casos de falta de sinal. Algumas empresas foram proibidas temporariamente de comercializar telefones e pacotes, que também sofrem alterações de acordo com o desenvolvimento de novas tecnologias.

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