Para que serve a luz ultravioleta?

Invisível, a luz ultravioleta tem várias aplicações terapêuticas, cosméticas e até na conservação de aquários.

A luz ultravioleta, na verdade, é um grande conjunto de radiações luminosas emitidas pelo Sol e por todas as estrelas jovens (até onde se sabe). São ondas de comprimento menor do que a luz visível e maior do que a dos raios X. Em condições normais, o olho humano só consegue enxergar o espectro entre o vermelho e o violeta (as cores do arco-íris). Ondas de comprimento menor são classificadas como infravermelhas (abaixo do vermelho) e as mais rápidas, de ultravioleta.

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A luz intravioleta possui três faixas: nas proximidades mais próximas da superfície (de 2nm – nanômetros – a de 200 nm, ficam raios UVC ultravioleta C); entre 280 nm e 280 e 800 nm, incidem os raios UVB, também partilhadas pelos UVC. Estes últimos alcançam até 400 nm.

Estes três diferentes comprimentos de ondas afetam a Terra de diferentes formas: os raios UVC participam da vida e atividades do homem de maneira benéfica. Já os UVB prejudicam a saúde de homens, animais e vegetais, além de intervir.

Problemas dos raios UV

Os raios UVA dificilmente atingem a superfície do planeta nunca atingem o planeta, apenas em condições anormais – como a abertura de buracos da camada de ozônio e podem causar problemas paralelos da dos raios UVB: extinção de espécies, alterações no regime de chuvas, como inundações e secas, alterações no clima, etc.

Acredita-se que apenas a ação dos homens seja responsável por estes cataclismas, mas a emissão de metano está presente a diversas ações comuns a todos os habitantes da Terra (na flatulência – parte da digestão de todos os animais –, na ação de bactérias, na erupção de vulcões, na decomposição natural de cadáveres e, mais recentemente, no surgimento da indústria e no aumento da extração e uso de combustíveis). É preciso ter cuidado.

Os benefícios dos raios UV

O primeiro benefício é a absorção, pela pele humana, destes raios. Mas eles não são vilões? Às vezes, sim, às vezes, não. A vitamina D, um mineral para a formação de dentes e unhas. Ela existe em diversos alimentos, como leite e seus derivados, peixes de água fria (salmão e sardinha, por exemplo), alguns cereais e frutas.

Se fosse possível expor-se diariamente por 15 minutos ao Sol, não seria necessário nenhum outro suprimento de vitamina D; no entanto, a vida agitada, com atividades quase sem indoor, aliada ao medo da radiação excessiva, que pode causar diversos problemas de saúde, inclusive o raquitismo (mau desenvolvimentos dos ossos), a osteoporose (seu enfraquecimento) e o câncer de pele – e da exposição em parques e praças, torna obrigatório o consumo destes alimentos para aumentar a saúde e a qualidade vida.

A vitamina é D3 oferecida já na maternidade, para prevenir o surgimento de todas estas doenças. Mas, como a não prevenção é bem mais comum e até cerca de 40 anos não se sabia exatamente como se desenvolvia a osteoporose (houve estudos para descrever a “modernidade” desta enfermidade, especialmente criando outra característica para ela: a de que afeta apenas mulheres – outro mito, apesar de que, na maioria dos casos, poder diagnosticada em pacientes do sexo feminino), houve um grande atraso na reidentificação da luz solar como defensora contra males humanos e do próprio planeta.

A luz UV faz parte do tratamento como vitiligo, psoríase, eczemas, através de um equipamento chamado espectrofotômetro. O procedimento é adotado especialmente em casos mais resistentes (no caso de recém-nascidos, praticamente todos são submetidos à fotometria, pela rapidez dos resultados).

A luz ultravioleta também é utilizada como auxiliar no tratamento da depressão. Há mais de 1.500 anos se conhece este benefício, em especial à depressão sazonal, muito bem observada em períodos de forte surgimento dos sinais das desordens emocionais, especialmente naqueles dias em que se abre o Sol e encontra-se o Sol brilhando após muitos dias de neve e frio. Atualmente, sabe que depressivos tendem a se isolar por longos períodos; o Sol é a oportunidade de se expressar com amigos e vizinhos. Mas, mesmo nestes casos, no entanto, é preciso não exceder o limite de 15 minutos diários (a menos que a exposição ocorra em salas fechadas e claras, com o uso de lâmpadas negras).

A incidência de radiação UV em uma superfície provoca efeitos especiais. São lâmpadas comuns, mas produzidas com redução do teor de fósforo e, só então, o escurecimento. A luz negra passa diretamente pela lâmpada, faz o papel do fósforo: dá um tom verde brilhante. Os efeitos são empregados em baladas, exposições e mesmo em eventos corporativos.

Na indústria, a radiação UV é utilizada para analisar a contaminação de equipamentos e matéria prima, por exemplo. Pela mesma razão, seu uso é comum nos processos de inspeção de produtos já prontos, já que os aparelhos conseguem destruir microrganismos, como bactérias e vírus. Ela pode ser usada também na análise de desinfecção de instalações fabris.

Nos aquários, luz ultravioleta só pode ser empregada na criação de um gênero: os ciclídeos, grupos de peixes formados talvez há milhões de anos nas proximidades do rio Maláui (país q leva seu nome, no sul da África) com características específicas de evolução: a iluminação deve ser indireta, porque foi desta forma que os animais conseguiram sobreviver ao resfriamento da Terra, que reduziu o teor de água na atmosfera e boa de raios na superfície – eles ficavam desconhecidos, escondidos pelas nuvens. Estes peixes esféricos, geralmente grandes, são encontrados em lojas de animais. Quem gosta de aquariofilia precisa conhecê-los.

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