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Os recordes de público dos principais estádios brasileiros

No estádio do seu time cabem hoje só 45 mil pessoas? Saiba que ele pode ter recebido mais que o dobro de gente algumas décadas atrás.

Não foi o cimento que encolheu, são questões de segurança mesmo. Esta é a explicação para o fato de que a imensa maioria dos grandes estádios de futebol no Brasil tenham recordes de público muito maiores que a capacidade atual de cada um deles. Veja abaixo quanta gente já entrou na cancha do seu time – e acredite, pois é verdade!

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Maracanã (Rio de Janeiro/RJ): ainda é o maior estádio brasileiro. Quando ficar pronto após as reformas para a Copa de 2014, terá capacidade para receber 82 mil torcedores. Mas, na final da Copa de 1950 (Brasil 1 x 2 Uruguai), o público foi de 199.854 pessoas. Isto representa 243% da capacidade atual do estádio.

Mineirão (Belo Horizonte/MG): a capacidade do estádio após as reformas para o Mundial será de 76 mil pessoas, mas 132.834 pessoas se acotovelaram para assistir a Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova, há não muito tempo, na decisão do Campeonato Mineiro de 1997.

Morumbi (São Paulo/SP): atualmente, 67 mil pessoas é a capacidade máxima do estádio do São Paulo, mas 146.072 corintianos viram a partida Corinthians 1 x 2 Ponte Preta, uma das finais do Paulistão de 1977 (217% da capacidade atual).

Arruda (Recife/PE): o estádio do Santa Cruz comporta 60 mil torcedores hoje, mas nas eliminatórias para a Copa de 1994 recebeu 96.200 pessoas na goleada do Brasil sobre a Bolívia, por 6 a 0.

Castelão (Fortaleza/CE): outro estádio que já recebeu quase o dobro de sua capacidade atual, o Castelão hoje pode atender a 60 mil pessoas, mas uma vitória do Brasil sobre o Uruguai por 1 a 0, em 1980, teve público de 118.496 torcedores.

Beira-Rio (Porto Alegre/RS): atualmente, o estádio do Internacional só comporta 18 mil pessoas, por conta da reforma para a Copa do Mundo. Quando finalizado, atenderá 56 mil pessoas. O público recorde, porém, é de quase o dobro: 106.554, em um amistoso entre a Seleção Gaúcha e o Brasil, em 1972.

Mangueirão (Belém/PA): principal cancha paraense, o Mangueirão comporta 45 mil pessoas, mas já recebeu 65 mil há pouco tempo: em 1999, numa vitória do Remo sobre o Paysandu, por 1 a 0.

Engenhão (Rio de Janeiro/RJ): como é um estádio novo, ainda não deu tempo de “encolher”. Com isso, é um dos raros cuja capacidade não é inferior ao maior público registrado. Pode receber 47 mil torcedores, e o máximo de público foram 46.012 pessoas, em uma vitória do Botafogo sobre o Ceará, em 2011, por 4 a 0.

Olímpico (Porto Alegre/RS): o estádio do Grêmio, que será desativado no fim do ano, é um dos maiores casos de discrepância entre capacidade e público máximo. Pode receber 46 mil pessoas hoje, mas já atendeu 98.421 (214% da capacidade atual) em uma derrota do Grêmio para a Ponte Preta, 1 a 0, no Campeonato Brasileiro de 1981.

Serra Dourada (Goiânia/GO): atualmente, a capacidade é de 41,5 mil torcedores, mas o estádio já recebeu 79.610 pessoas em 1975, quando a Seleção Goiana derrotou Portugal por 2 a 1.

Pacaembu (São Paulo/SP): hoje, o Pacaembu recebe confortavelmente 40 mil pessoas. Mas já imaginou 71.280 torcedores lá dentro? Foi o que ocorreu em 1942, em um empate entre Corinthians e São Paulo, por 3 a 3.

Barradão (Salvador/BA): no estádio do Vitória cabem 35 mil pessoas, mas 55.200 já entraram, e não faz muito tempo: em 2000, numa vitória do time da casa sobre o Juazeiro, por 2 a 0.

Couto Pereira (Curitiba/PR): hoje, o Coritiba pode receber 37 mil pessoas em sua casa, mas 65.943 estiveram presentes em uma vitória do rival Atlético-PR sobre o Flamengo, 2 a 0, pelo Brasileirão de 1983.

Ilha do Retiro (Recife/PE): outro caso de estádio que “encolheu” recentemente. Hoje, o Sport pode receber 35 mil torcedores, mas em 1998 chegou a ter 56.875 pessoas em uma vitória sobre o Porto de Caruaru, por 2 a 0.

Arena da Baixada (Curitiba/PR): mesmo recente, a Arena também já recebeu mais gente do que poderia hoje. Atualmente em reformas, o estádio tem capacidade prevista de 25 mil torcedores, mas 31 mil foram à decisão do Brasileiro de 2001, entre Atlético-PR e São Caetano.

São Januário (Rio de Janeiro/RJ): hoje, cabem no estádio vascaíno 24,6 mil pessoas. Mas 40.209 estiveram na derrota do Vasco para o Londrina, 2 a 0, pelo Brasileirão de 1978. Em 2000, público semelhante foi à decisão do campeonato contra o São Caetano, mas o estádio não suportou a superlotação e o alambrado caiu, forçando o adiamento da partida.

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