Os benefícios da musicoterapia

Método terapêutico aplicado para diversas finalidades, a musicoterapia vem se estruturando desde os anos 1950.

Musicoterapia é uma técnica terapêutica não verbal que usa a música ou seus componentes (ritmo, compasso, melodia, harmonia, etc.) com objetivos de prevenção, tratamento ou reabilitação de portadores das mais diversas patologias. Além disso, também é usada para melhorar a capacidade de comunicação, aprendizado, expressão e organização. Problemas motores, emocionais, sociais e cognitivos são beneficiados com a musicoterapia.

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O trabalho de musicoterapia se baseia na história do paciente, nas experiências que formaram sua personalidade e nos traumas físicos e emocionais que determinaram limitações ou condutas inadequadas. A terapia se baseia na comunicação analógica, que é o conjunto das posturas, gestos, expressões faciais, tom de voz, sequência, ritmo e cadência das palavras.

O musicoterapeuta pode trabalhar em consultório, isolado, ou em equipes multidisciplinas, coadjuvando o trabalho de psicólogos, psiquiatras, pedagogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. A musicoterapia é indicada para pacientes com mobilidade reduzida, autistas, portadores de deficiências mentais, distúrbios emocionais graves, paralisia cerebral, gestantes, idosos e pessoas com inadequação social.

O uso da música para fins terapêuticos é bastante antigo. O mais antigo registro vem da Grécia, no período pré-socrático (antes do século IV a.C.). no entanto, a sistematização da musicoterapia como profissão liberal só ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial, a partir de estudos realizados nos EUA. O primeiro curso acadêmico foi oferecido pela Universidade Estadual de Michigan.

Em geral, o processo musicoterapêutico é ativo. Apenas casos graves, que limitam o contato adequado com o paciente, obrigam o método receptivo. No processo ativo, o paciente toca os instrumentos musicais, canta e dança, supervisionado pelo terapeuta, que pode interagir na sessão, de acordo com os resultados pretendidos.

Alguns profissionais gravam a performance dos pacientes, para que ela seja ouvida e discutida na sessão seguinte. Em casos de introspecção e inadequação social, apenas elementos da música são utilizados.

Para ser musicoterapeuta, é preciso dominar um instrumento, para controlar os procedimentos terapêuticos. Os mais utilizados são violão, teclados e percussão. Além de tocar um instrumento, a formação do musicoterapeuta inclui noções de psicologia, teoria musical e canto.

O número de musicoterapeutas formados no Brasil ainda é relativamente pequeno, razão por que o mercado de trabalho apresenta grande demanda. O profissional pode atender individualmente em consultório, ou trabalhar em hospitais, clínicas de reabilitação fisioterápica e de dependentes químicos e atendimento a pacientes em estado terminal. Em escolas, o profissional auxilia estudantes que apresentam dificuldades de aprendizado e, em empresas, auxilia nas atividades de integração dos funcionários.

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