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Os 05 animais mais venenosos do mundo

A fauna terrestre engloba espécies perigosas e até letais para humanos. Conheça os animais mais venenosos do mundo.

Por definição, todas as serpentes, lagartos, aracnídeos e muitos insetos são venenosos. Para efeitos práticos, porém, a classificação só vale para aqueles que possam trazer danos para a nossa saúde, ou até a morte. Algumas destas espécies, apesar da aparência, com formas e cores sedutoras, podem ocultar os animais mais venenosos do mundo.

Um mosquito, por exemplo, ao picar nossa pele, injeta uma toxina que é responsável tanto pela sedação local, quanto pela inflamação que surge em poucas horas e desaparece sem tratamento em alguns dias. No entanto, os mosquitos só são perigosos quando se tornam vetores de doenças, como a febre amarela e a dengue.

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Voltando ao assunto “venenos letais”. A seguir, relacionamos animais com os quais é melhor não ter contato, a não ser através da segurança de um zoológico. Alguns encontros, no entanto, tornam-se inevitáveis.

O sapo do mar

O baiacu, também chamado de peixe-balão ou fugo, é a definição de diversas espécies de peixes da ordem dos tetraodontiformes que apresentam a capacidade de inflar o corpo, comuns nos rios do centro e norte da América do Sul. Algumas espécies habitam todos os mares tropicais.

Um baiacu com o corpo inflado.

Um baiacu com o corpo inflado.

A explicação para a estratégia é simples: para os possíveis predadores, o baiacu se mostra muito maior do que realmente é e isto pode afastar algumas ameaças. Mas não é o inchaço que torna este peixe perigoso. Ele possui uma glândula de veneno, também para afastar os caçadores dos rios e oceanos.

O baiacu é empregado na gastronomia, especialmente na cozinha japonesa, onde a sua carne é utilizada nos tradicionais sashimi. Cozinheiros do País do Sol Nascente sempre têm muita experiência em retirar a glândula, que provoca alergias que quase sempre levam a um infarto do miocárdio ou a uma parada cardiorrespiratória.

A pequena notável

A “Phyllobates terribilis”, conhecida como dardo venenoso dourado, é o vertebrado mais venenoso do mundo, proporcionalmente ao seu peso e tamanho. Ela é nativa da Colômbia. Quando adulta, ela atinge até cinco centímetros de comprimento, sem contar as pernas.
De coloração esverdeada, branca, amarela ou alaranjada sólida (sem listras ou pintas, como a maioria de seus parentes), os filhotes da “terribilis” apresentam cores mais pálidas.

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Esta pequena rã é proporcionalmente o vertebrado mais venenoso do mundo.

Já foram identificadas mais de cem toxinas nesta rã, que é criada em terrários do mundo inteiro, onde podem viver até cinco anos. O animal não consegue injetar o veneno, mas é um sinal para que pássaros e outros predadores mantenham distância. Indígenas brasileiros desenvolveram técnicas para extrair o veneno (através do aquecimento), que é utilizado para embeber as pontas dos dardos e flechas.

O principal agente tóxico é a homobatracotoxina, que provoca falência múltipla dos órgãos em poucas horas depois da exposição. O mesmo veneno, em menor concentração, é encontrado nas penas do pitohui, uma ave venenosa que vive na Nova Guiné.

Escolhida pelo Guiness

O Livro Guiness de Recordes escolheu a aranha armadeira (diversos aracnídeos do gênero “Phoneutria”), nativa do Brasil, a aranha mais venenosa do mundo, devido à potência do veneno, que tem ação neurotóxica (com apenas seis microgramas, é possível matar um rato). O corpo do animal atinge cinco centímetros e as pernas estendidas de uma fêmea, até 17 centímetros.

A armadeira, a aranha mais perigosa do planeta.

A armadeira, a aranha mais perigosa do planeta.

No país, é a segunda aranha que mais provoca acidentes, perdendo apenas para a aranha marrom. Estes indivíduos são extremamente agressivos, motivo por que não é permitida a criação da armadeira em cativeiro.

No habitat natural, estas aranhas vivem em tocas e, com o crescimento desordenado das cidades, passaram a escolher sapatos, bolsas, caixas e outros objetos como esconderijo. Uma curiosidade: além da dor, a picada da armadeira provoca priapismo, uma ereção peniana dolorosa que dura horas e pode causar impotência sexual.

Membro da nobreza

A cobra-real (“Ophiophagus hannah”), originária da Ásia continental, é a mais longa serpente entre as peçonhentas, podendo ultrapassar os seis metros de comprimento. Se a picada da armadeira pareceu impressionante, a da cobra-real faz cair o queixo: uma picada do réptil mata um elefante adultos em poucas horas. O veneno não é tão virulento como o das najas (parentes próximas), mas esta espécie tem capacidade de inocular uma quantidade bem maior (até sete mililitros), fato que torna o acidente potencialmente muito mais letal.

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A cobra-real: veneno para matar até um elefante.

“Ophiophagus” significa “comedora de serpentes”, mas a cobra-real também se alimenta de lagartos, pequenos mamíferos e ovos em geral. Este ofídio locomove-se sem problemas no solo, nos rios e na copa das árvores.

Apesar da fama, no entanto, a cobra-real, assim como a maioria das serpentes, é tímida e evita contato com grandes animais (o homem, inclusive). As fêmeas se tornam mais agressivas durante a vigilância dos ovos – elas são mães bastante zelosas, construindo ninhos com folhas e gravetos, reunidos com a cauda.

Todos os indivíduos deste gênero, no entanto, quando são acossados, sempre partem para o ataque. As cobras-reais conseguem levantar até um terço do corpo e seguem se movimentando na direção do agressor. Ao mesmo tempo, eles abrem os capelos (abas do pescoço) e começam a emitir um som semelhante ao rosnar de um cachorro.

Em formato de caixa

A Austrália é a casa de diversos animais perigosos e venenosos. É o “berço” do crocodilo de água salgada, do polvo de anéis azuis, do peixe-escorpião e de oito das dez serpentes mais peçonhentas do planeta. Uma espécie, no entanto, que parece inofensiva, é responsável por pelo menos cem mortes a cada ano (mais do que os acidentes com grandes répteis e tubarões). Trata-se de uma espécie de água-viva ou medusa, a caixa-australiana.

 A caixa-australiana, portadora do veneno mais letal da fauna terrestre.

A caixa-australiana, portadora do veneno mais letal da fauna terrestre.

O animal coloniza o litoral norte e nordeste da Austrália e também pode ser encontrado na Grande Barreira de Corais, que se estende por dois mil quilômetros. As toxinas da caixa-australiana são muito fortes e podem ser inoculadas a metros de distância do banhista, já que o corpo das águas-vivas é composto por grandes e vigorosos tentáculos, apesar da aparência frágil.

Muitos banhistas se afogam, dependendo da extensão do “ataque”. Outros conseguem atingir a praia, com marcas pelo corpo semelhantes a chicotadas. Em caso de parada cardiorrespiratória, é necessário procedimentos de urgência, como respiração boca-a-boca e massagem cardíaca.

O socorro médico precisa ser imediato para que as vítimas tenham alguma chance de sobrevivência. Existe um antídoto para o veneno, mas o medicamento não se mostra eficaz em 100% dos casos.

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