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Os 10 países mais e menos corruptos

É uma situação com a qual o Brasil convive desde sempre. Confira quais são os países mais e menos corruptos.

A corrupção política é uma velha conhecida do povo brasileiro. Trata-se da utilização das prerrogativas e competências de um ou mais funcionários públicos, em suas atribuições oficiais, para beneficiar empresas ou terceiros. Não importa o motivo alegado: uma das características da administração pública é a impessoalidade; as demais são a legalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que formam a sigla LIMPE.

Legenda: Visão geral da corrupção no mundo. O fenômeno é mais frequente nos países pintados de preto. Na sequência vêm os tons de vermelho e amarelo. Os países menos corruptos estão assinalados em azul e azul-escuro.

Visão geral da corrupção no mundo. O fenômeno é mais frequente nos países pintados de preto. Na sequência vêm os tons de vermelho e amarelo. Os países menos corruptos estão assinalados em azul e azul-escuro.

No entanto, nem tudo é limpo na política. Alguns países não tem nada limpo no trato da coisa pública. Certas administrações conseguem ultrapassar quaisquer limites e passam a integrar o Top Ten dos países mais corruptos. Mas, para demonstrar que ainda há luz do final do túnel, o reverso da medalha também é verdadeiro: alguns governos conseguiram, com suas ações de probidade administrativa, alcançar as melhores posições entre as nações menos corruptas.

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Transparência

Desde 1995, a organização não governamental Transparência Internacional (fundada dois anos antes), que tem como objetivo a luta contra a corrupção, publica anualmente o Índice de Percepção da Corrupção. Atualmente, o índice é a mais conhecida e utilizada medição nas pesquisas científicas. A percepção é mensurada a partir de questionários aplicados com empresários e analistas de 178 nações sobre o grau de corrupção existente em cada país. Os entrevistados pontuam seus países em uma escala que varia de zero a cem.

O índice não avalia objetivamente a corrupção, com casos documentados ou investigados, mas a percepção subjetiva da corrupção por parte da sociedade sobre a conduta de seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo.

Há críticas ao método empregado. Especialistas afirmam que os motivos principais para não aceitar a medição da Transparência Internacional são que a percepção da sociedade pode ser afetada por casos de corrupção passados e pelo destaque dado pela imprensa a determinados assuntos, enquanto outros são ignorados ou subestimados.

É o caso, por exemplo, da ênfase dada pela mídia brasileira ao julgamento do Mensalão petista (2014), enquanto o Mensalão Mineiro, ocorrido em 1998, ainda aguarda julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Seja como for, mesmo com a utilização de critérios subjetivos, o índice apresenta um raio X que efetivamente se aproxima do ranking do países mais e menos corruptos do mundo. Em 2013, o Brasil foi citado apenas na categoria “corrupção em partidos políticos”. Os brasileiros não veem problemas nos demais quesitos, que são: atuação legislativa, das Forças Armadas, das organizações não governamentais, da imprensa, das instituições religiosas, do empresariado, do sistema educacional, do Poder Judiciário, dos serviços públicos de saúde, da polícia e dos servidores públicos.

Os países mais corruptos

O Brasil atingiu a 73ª colocação entre os 178 países pesquisados, com 38 pontos, empatado com a Tunísia. 69% das nações que participaram do levantamento da Transparência Internacional obtiveram pontuação inferior a 50, um nível preocupante, mais comum na Ásia, África e Oriente Médio, onde a percepção da corrupção é tangível para 90% da população.

Os 10 países mais corruptos ficou assim, em ordem decrescente:

1º – Somália
2º – Coreia do Norte
3º – Mianmar (antiga Birmânia)
4º – Afeganistão
5º – Uzbequistão
6º – Turcomenistão
7º – Sudão
8º – Iraque
9º – Haiti
10º – Venezuela

Os 10 países menos corruptos:

1º – Nova Zelândia
2º – Dinamarca
3º – Finlândia
4º – Suécia
5º – Cingapura
6º – Noruega
7º – Holanda
8º – Austrália
9º – Suíça
10º – Canadá

A corrupção é, historicamente, um dos piores inimigos de uma nação: ela afeta, por exemplo, obras de infraestrutura (no Brasil, a ferrovia Transnordestina, que deve ligar o Piauí ao porto de Suape, em Pernambuco, está em obras desde 1997; a ferrovia Norte-Sul, entre Brasília e Belém, tem apenas alguns trechos já entregues; as obras tiveram início em 1987 – seis presidentes ocuparam o Palácio do Planalto no período).

Além disto, com o desvio de verbas, ela prejudica a educação, a saúde e os projetos sociais. O principal vetor da corrupção são os governos pouco preocupados com a ética, e consequentemente pouco eficientes no trato da coisa pública.

Considerando que o Brasil, apesar de sucessivos escândalos – compra de votos para a reeleição, interferências nas privatizações, compra de partidos para votarem com o governo (o Mensalão), irregularidades na Petrobrás e até recebimento de propina de um restaurante do Congresso Nacional (o Mensalinho), apenas para citar alguns exemplos, ficou à frente de países como Grécia, China e Índia, além dos nossos vizinhos Colômbia, Peru, Argentina e Bolívia, além da já citada Venezuela, fica difícil imaginar o nível de putrefação sociopolítica existente nestes países.

É importante lembrar que a corrupção não ocorre apenas entre políticos e grandes empresas públicas e privadas. Ela está presente no dia a dia dos cidadãos, quando tentam subornar um agente de trânsito, quando dão carteiradas para obter privilégios indevidos, quando aceitam cargos de confiança cientes de que o superior é notadamente corrupto (ou quando apenas aparecem para a nomeação e para retirar os contracheques).

A corrupção nossa de cada dia também é alimentada pela nossa aversão à política. Em 2013, milhares de jovens foram às ruas com uma extensão relação de exigências para transformar o Brasil. Poucos meses depois, o movimento estava esvaziado e pouco ou nada foi feito com relação às reivindicações mais do que justas.

O exercício da cidadania é o ponto de partida para começarmos a construir uma nação justa, com igualdade de condições para todos, independentemente de etnia, sexo, idade, crença ou condição social. Sem isto, continuaremos indefinidamente – ad nauseam, na verdade – a cumprir nosso destino de “país do jeitinho”.

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