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O que é bullying?

Emprestado do inglês, bullying é a expressão usada para definir a agressão continuada a determinada pessoa.

O bullying é a palavra utilizada para descrever as agressões verbais, físicas e psicológicas, intencionais e frequentes desferidas contra uma determinada pessoa. Em geral, a vítima tem algo “diferente”: o gordo, a magrela, o japonês, a negra, o afeminado. O atacante é sempre o valentão (bully, em inglês) da turma, que incentiva outros colegas a participarem das ofensas e ataques.

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Para ocorrer o bullying, a conduta deve ser agressiva e inadequada, iterada (repetida várias vezes) e sem chance de resposta (a vítima não tem como se defender).

Não dá para imaginar que qualquer briga de escola seja bullying.

O bullying, comum nas escolas, é sempre praticado longe dos adultos. A criança ou adolescente que sofre os ataques quase sempre fica intimidade e não sente coragem para delatar os ofensores para os professores, o que gera uma sensação constante de angústia que pode gerar traumas psicológicos graves.

Mesmo sem denunciar a situação, a vítima, mesmo sem verbalizar os ataques, sempre procura algum tipo de defesa, mesmo que seja inconsciente; uma criança que se recusa a ir para a escola ou a participar de determinada atividade em grupo pode estar sofrendo bullying. Pais e professores precisam ficar atentos aos sinais.

A intimidação escolar sempre aconteceu – todos se lembram de algum caso na infância ou adolescência, ou mesmo sofreram este tipo de assédio. No entanto, apenas recentemente o bullying vem chamando a atenção de pedagogos e psicólogos. A raiz do problema está na incapacidade da alteridade: o agressor não consegue se colocar na posição daquele que ele entende ser mais fraco, e esta fragilidade gera um desejo sádico de se impor. Portanto, não apenas a vítima pode desenvolver problemas emocionais: o próprio agressor, ao apresentar o comportamento inadequado, muitas vezes reforçado pelo grupo, está estruturando uma personalidade intolerante e violenta, que pode gerar dificuldades de relacionamento pessoal e profissional do futuro.

Antropologicamente, o ser humano é programado para reagir a pessoas e fatos que fogem ao cotidiano. Estranho e estrangeiro têm a mesma raiz etimológica. Para vencer este medo do é fora do comum, a ferramenta é exatamente a educação: quando sabemos que não há perigo, não precisamos procurar estratégias de defesa.

O bullying, comum em escolas, clubes e academias, pode ser resolvido nestes mesmos locais. Estimular o debate é mostrar indiretamente que não existem motivos para as brigas e respeitar o outro é ganhar o direito de ser respeitado.

Em tempo: os dicionários de língua portuguesa relacionam as palavras bulir (amolar, irritar, atrapalhar) e bulimento (ato ou efeito de bulir).

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