O Hobbit e as tendências do cinema

Além de trazer as raízes de Senhor dos Anéis, o primeiro filme da série, O Hobbit, traz algumas tendências que aparecerão nas as telonas.

Peter Jackson resolveu fazer uma trilogia baseada no livro “O Hobbit”. O receio dos fãs foi de que não houvesse conteúdo dentro de um pouco mais de 300 páginas para preencher três filmes com a história de Bilbo Bolseiro. Por esse motivo, o cineasta procurou por personagens adicionais, de outras obras do mesmo autor, J.R.R.Tolkien.

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“O Hobbit, Uma Jornada Inesperada” já foi lançado e as opiniões divergem. Há quem acredite que o filme foi surpreendente, e quem ache que ficou muito diferente, e não acompanhou a obra original. O que não dá para negar é que o hiper realismo das imagens e o esplendor das várias paisagens que aparece no filme tiveram um ótimo resultado.

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Novidades e Tendências

Toda a magnitude da produção fica por conta das novas tecnologias, e pode traduzir muito bem o que está por vir nos cinemas. Normalmente utiliza-se 24 frames por segundo (fps) na projeção. Nesta produção, o diretor escolheu o dobro, 48 fps, que deixa tudo mais realista. É nisso que os games também estão investindo, para fazer a qualidade melhorar e o fluxo das imagens ficar mais corrido. Alguns críticos e fãs não acharam boa ideia deixar tudo tão realista.

Outra tendência que o filme traz, além da fluidez é a explicação das origens. Nas primeiras o hobbit apareceu no presente, e voltou 60 anos para explicar sua aventura e as origens dos filmes lançados antes, da trilogia de “O Senhor dos Anéis.”. Esse retrocesso, chamado prequel, aparece em “Guerra nas Estrelas”. Todos esse novos investimentos apareceram para atrair um novo tipo de público-alvo, mas é preciso cuidado, pois se não for bem administrado pode causar um estrago.

Veja também: O Hobbit – Por trás das câmeras

Detalhes a mais

Uma das modificações na hora de adaptar a obra original “O Hobbit” para as telonas foi a utilização de personagens que vieram de “O Senhor dos Anéis”, como a elfa Galardriel, que participa de cenas com Gandalf, e o mago Saruman. Legolas, dessa mesma obra, está previsto para entrar nos próximos filmes.

A utilização de personagens a mais também ajuda a compor o roteiro adaptado do filme. Radagast, o mago marrom, quase não aparece no livro, mas ganha um espaço considerável no filme.

O cineasta Peter Jackson mostrou que entende de tecnologias, que bem ou mal, souberam surpreender. Basta saber se no decorrer da trilogia, o público realmente receberá o hobbit com todas as suas novas ideias. Agora é só esperar.

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