Nova Zelândia – Um destino de tirar o fôlego

Quer mergulhar e curtir praias? Prefere esquiar? Você pode fazer as duas coisas nestas ilhas.

A Nova Zelândia é um arquipélago no sudoeste do oceano Pacífico, formado principalmente por duas grandes ilhas. Uma das principais características é o isolamento: fica a dois mil quilômetros da Austrália, separada pelo mar da Tasmânia.

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Isto produziu fauna e flora únicas. Não havia mamíferos terrestres nas ilhas até a chegada dos polinésios à região, com animais que dizimaram algumas espécies. Um caso clássico é a moa, espécie de kiwi gigante, que atingia três metros. Os kiwis tiveram mais sorte. Não têm penas, mas pelos, não conseguem voar, mas sobreviveram graças à habilidade de se ocultar. Outra espécie estranha é o opossum, mamífero introduzido pelos polinésios. Ele se reproduz com facilidade e tornou-se praga pouco depois de ser solto nas matas neozelandesas. A tautara é um réptil quase inalterado nos últimos 200 milhões de anos, contemporâneo dos dinossauros.

Mas o que mais impressiona os turistas é a variedade climática. As temperaturas médias ficam em torno dos 10ºC no sul e 16ºC no norte. Mas a variação é muito maior: a máxima histórica é de 42ºC (em Rangiora) e a mínima, de -25ºC (em Ranfurly). A distribuição das chuvas é enorme: vai da costa oeste superúmida da ilha do sul às condições semiáridas da região central de Otago e da bacia do Mackenzie.

A ilha meridional é cortada pelos Alpes do Sul, cordilheira com 18 montes de mais de três mil metros. O maior é o monte Cook. A ilha norte é menos montanhosa, mas marcada pela atividade vulcânica. O maior lago do país, o Taupo, fica na cratera de um dos vulcões mais ativos do mundo.

O país tem boa infraestrutura. Em 2011, ficou em 5º lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano.

Abel Tasman avistou a ilha em 1642, mas este primeiro contato foi hostil e os europeus só voltaram à Nova Zelândia em 1769, quando o inglês James Cook mapeou a costa. No século XIX, missionários cristãos converteram quase toda a população.

O turismo é uma das maiores indústrias da Nova Zelândia, contribuindo com 9% para o Produto Interno Bruto (2010). Foram 2,4 milhões de visitantes internacionais em 2009. O país é um destino de aventura. Esportes radicais, como bungee jump (inventado no país), rafting e rapel, são muito praticados em Milford Sound (fiorde criado pelo degelo, na ilha do sul), monte Cook (ponto culminante ao país, com 3.854m) e cavernas do Waitomo (sul da ilha do norte). No litoral, a dica é curtir as praias da baía de Plenty à península de Coromandel, perto da capital, Wellington, ou aproveitar para avistar baleias e golfinhos. Para quem curte tranquilidade, há lagos para a prática de canoagem.

A melhor época para viajar é de outubro a dezembro, quando as temperaturas estão mais altas. É preciso passaporte e visto para entrar no país. Consulte a embaixada.

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