Lúpus, sintomas e tratamento

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune rara. O diagnóstico rápido seguido de tratamento é muito importante para que se possa seguir com uma vida razoavelmente normal.

Falando em dados estatísticos, podemos apontar que cerca de 1,5 milhões de americanos sofrem desta doença e quase 70% apresentam o lúpus na sua forma mais grave.

No Brasil, infelizmente não temos dados precisos da quantia da população que têm essa doença. O lúpus é uma doença considerada muito crítica, pois o paciente desenvolve anticorpos que reagem contra as células normais, podendo-se até dizer que pessoa se torna alérgica a ela mesma.

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De uma forma geral, o lúpus é uma doença de causa desconhecida e que atinge mais homens do que mulheres, afetando vários órgãos do corpo humano, sendo que os cientistas ainda não descobriram a cura da mesma. Os sinais que podem evidenciar que uma pessoa é portadora do lúpus eritematoso sistêmico são dores, rachaduras na pele, febre alta, dores estomacais, cansaço e fortes dores de cabeça. No caso destes sintomas, é recomendada uma série de exames celulares para poder atestar se o individuo realmente tem lúpus, lembrando que se a pessoa tem algum caso da doença na família é bom ficar em alerta, pois existe uma predisposição genética.

Lidar com uma doença como o lúpus não é algo fácil, pois requer cuidados constantes e para a vida toda, por se tratar de uma doença crônica. Os portadores de lúpus têm energia e disposição limitadas e precisam administrar essa questão, evitando stress e trabalhos pesados e cansativos. Porém, podem e devem se exercitar, mas somente com orientação médica.

Tendo essas limitações, é normal que o paciente com lúpus seja uma pessoa que necessita de muito apoio emocional dos amigos e parentes próximos para sentir que não está sozinho e não é uma pessoa excluída.

Os medicamentos utilizados no tratamento do LES podem provocar sérios efeitos colaterais e por isso toda a atenção é imprescindível, para que o tratamento possa ser o menos doloroso possível.

Outros cuidados que devem ser tomados, como o uso de bloqueador solar, evitando a exposição ao sol e também a lugares com muita aglomeração de gente, para evitar infecções contagiosas que possam agravar o estado do paciente.

Acima de tudo, o paciente deve se manter informado sobre a sua doença para poder se sentir mais seguro e entender que existe a possibilidade de uma qualidade de vida, ainda que se seja portador do LES.

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