Intercâmbio estudantil: Como e quando fazer?

O intercâmbio estudantil pode ser feito a partir do ensino médio. Tudo depende dos objetivos.

Aperfeiçoar o inglês ou espanhol, fazer uma especialização, mergulhar numa cultura diferente. Estas são as principais metas de quem pretende fazer um intercâmbio estudantil.

Encerrado o ensino fundamental, o aluno já pode pensar em estudar fora do país. Se for passar um semestre longe do Brasil, é preciso ter em mente que, para validar os estudos, é preciso complementar o período letivo com algumas disciplinas, como português, história e geografia. Mas é possível fazer cursos de férias. Apesar de o calendário escolar ser diferente, alguns países, como Austrália e Canadá oferecem cursos de idiomas para alunos brasileiros em janeiro e julho.

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O intercâmbio estudantil é obtido através de empresas particulares, como o Student Travel Bureau e World Study. Entre as vantagens oferecidas, está a carteira de estudante mundial, que garante descontos em meios de transportes e livrarias. As passagens aéreas obtidas nestes intercâmbios também têm preços mais baixos.

No caso de especializações, algumas universidades brasileiras mantêm convênios com instituições de nível superior de vários países. Os requisitos variam de acordo com o curso e quase sempre é preciso dominar o idioma do país de destino (algumas universidades oferecem cursos em português). Para uma especialização ou pós-graduação, deve-se avaliar muito bem a qualidade de ensino da instituição, para verificar o custo-benefício. É preciso também certificar-se de que o curso é reconhecido no Brasil.

Entidades como o Lyons e o Rotary Club mantêm convênios com diversas escolas e universidades, geralmente no sistema “troca de filhos”. O aluno brasileiro se hospeda numa casa de família no exterior e, em compensação, um aluno estrangeiro vem hospedar-se com a família brasileira. É uma experiência bastante enriquecedora: o estudante mergulha totalmente na cultura local, acompanhando o cotidiano de uma residência diferente da sua.

Mas alguns alunos não se adaptam a esta experiência, por conflitos na convivência ou mesmo por se sentirem sem liberdade e privacidade. Neste caso, é possível pedir a transferência para outra família, desde que haja justificativa para isto (negligência, más condições de moradia, etc.) ou optar por um alojamento estudantil.

O estudante que pretende fazer um intercâmbio deve estar preparado para um choque cultural. Os costumes e tradições variam de país para país, a hospitalidade e até o humor são diferentes dos nossos. Não adianta nada procurar uma “panelinha” de brasileiros, já que isto reduz em muito o valor da experiência. Outro ponto importante é informar-se sobre as leis do país em que viverá temporariamente.

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