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Ilhas espanholas na África

Resquícios do imperialismo europeu, as ilhas espanholas na África são até hoje ponto de conflito.

Apesar do desmanche dos impérios europeus a partir da Segunda Guerra Mundial, ainda existem ilhas espanholas na África, chamadas plazas de soberania. São elas:

Perejil, Chafarinas, Alhucemas, Vélez de la Gomera e Alborán. São ilhotas que, em 1956, quando a Espanha reconheceu a independência de Marrocos, não devolveu estes territórios, todos na costa mediterrânea africana.

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Além destas, a Espanha ocupa Ceuta e Melilla, encravadas no território marroquino. São consideradas cidades autônomas pelo governo espanhol, um status pouco superior ao dos municípios, já que podem editar regulamentos executivos, mas não possuem câmaras legislativas. Ceuta foi a primeira conquista portuguesa no século XV, fato que inaugura a época das Grandes Navegações, que culminou com a descoberta da América.

Mais além, no oceano Atlântico, ao largo da costa sul marroquina, situam-se as ilhas espanholas africanas que mais interessam aos turistas: o arquipélago das Canárias, ilhas que, na verdade, são picos de montes submarinos, alguns deles vulcânicos. São considerados províncias, e não colônias.

O arquipélago, formado por sete ilhas principais e diversas ilhotas, é dividido em duas províncias espanholas: Santa Cruz de Tenerife, com capital em Tenerife, e Las Palmas, cuja capital é Las Palmas de Gran Canária.

Conhecidas desde os tempos dos fenícios, existem registros de sua localização por romanos e muçulmanos. Os espanhóis chegaram no fim do século XIII e pouco tempo depois já organizavam experições às ilhas, para capturar escravos.

Tenerife é a ilha central e a capital, de pouco mais de 200 mil habitantes, dispõe de dois aeroportos internacionais. Uma das principais atrações turísticas é seu carnaval, considerado o segundo maior do mundo. Milhares de turistas são atraídos pela festa popular, dividida entre o carnaval “oficial”, formado por desfiles de grupos fantasiados, e o carnaval de rua, espontâneo, animado por ritmos caribenhos e até música eletrônica. Santa Cruz de Tenerife é considerada cidade-irmã do Rio de Janeiro, cidade que realiza o maior carnaval do planeta.

Apesar de o Sol estar presente durante todo o ano, o clima é ameno, em função dos ventos alísios que cruzam o arquipélago e as correntes marítimas frias, que banham o litoral. A temperatura da água, no verão, fica em torno do 22°C. As opções de passeio variam entre os sítios arqueológicos cartagineses, mergulhos nas praias e as trilhas pelos montes cobertos de vegetação. O Parque Aquático da Gran Canária tem atrações para todas as idades, numa área de 130 mil metros quadrados.

Um passeio à ilha de Lanzarote é uma boa pedida, para conhecer vulcões inativos e imensas crateras. O escritor português José Saramago, Nobel de literatura, morou lá.

O nome do arquipélago, ao contrário do que se pode pensar, não deriva das aves, mas de uma descrição feita no período romano: nas ilhas, foi encontrado um grande número de cães, de onde surgiu o nome Canárias.

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