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Ferrari F80, arte e tecnologia

A Ferrari é o sonho de consumo de muita gente. No modelo F80, em que arte e tecnologia se aliam, ela fica irresistível.

O mundo automotivo seduz a gregos e troianos. A Scuderia Ferrari, da Itália, faz isto ao menos desde 1946, quando a montadora deu início à sua produção independente (antes disto, a partir de 1929, ela já patrocinava pilotos e carros de corrida). Uma das características da montadora é a inovação: seu primeiro lançamento foi um carro de estrada com motor V12 de 1.500 cc e, para comemorar os 40 anos da fábrica, em 1989, foi lançado o modelo F40, então o carro mais rápido do mundo, atingindo 302 km/h, saltando de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos.

A Ferrari sempre inspirou a arte. Um exemplo é a tela a óleo Ferrari Enzo (o fundador da empresa), pintada pelo húngaro Tamás Kádár. Agora, antecipando o que poderá ser o “carro dos sonhos”, o designer independente italiano Adriano Raeli está apresentando a sua visão da Ferrari F80. As imagens desta página são a visão do artista para o provável futuro da marca.

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Características

O design futurista da Ferrari F80 faz lembrar os carros dos v ideogames, da mesma forma que o supercarro da Nissan: Concept 2020 Vision Gran Turismo, ainda sem data para chegar às concessionárias (quem sabe, daqui a seis anos, como sugere o nome).

O visual combina as linhas dos carros de Fórmula 1 (o designer define o modelo como “um Fórmula 1 para as ruas) com o formato dos jatos NGAD (sigla para next generation air dominance, a sexta geração de caças de guerra, também ainda em projeto). Este estudo de design apresenta um quê de belo, exagerado e até dramático, bem ao gosto da arte e tecnologia italianas.

Além das linhas arrojadas, Raeli propõe uma mecânica à altura da excelente aparência. Ele projeta um motor V8 twin-turbo (ou turbo gêmeo, dispositivo que permite aos motores ganharem grandes potências em muito pouco tempo) de 900 cv associado ao sistema KERS (Kinetic Energy Recovery System, ou sistema de reaproveitamento de energia cinética; é o motor elétrico da Ferrari F80) de 300 cv – portanto, um carro com potência total de 1.200 cavalos-vapor.

Em lugar do atual V12 da LaFerrari (o modelo mais recente da montadora), Adriano Raeli escolheu o novo motor Califórnia T, já equipado com turbos gêmeos e KERS. Para potencializar a aerodinâmica, a Ferrari F80 possui aberturas para a entrada de ar na parte frontal e saídas nas laterais e na traseira.

Ainda de acordo com as especificações deste artista conceitual, a Ferrari F80 teria peso total de 800 kg (relativamente leve para o segmento) e capacidade para dois ocupantes. A relação peso/potência seria de apenas 0,666 kg/cv, mais do que suficiente para fazer o modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 2,2 segundos, além de atingir a velocidade máxima de 495 km/h (310 milhas por hora) – desenvolvida apenas em autódromos ou nas autobahns, as superestradas europeias.

Pode parecer história de ficção científica, mas Raeli já tem um cliente para a Ferrari F80 (ao menos em potencial): Nick Mason, baterista do Pink Floyd e colecionador de Ferraris afirmou que o carro “possui uma personalidade ímpar”. Se o projeto se concretizar, o músico pretende ser um dos primeiros a levar a nova Ferrari para casa.

Uma curiosidade: o “cavalo rampante”, um animal negro contra um fundo amarelo, símbolo da Ferrari, veio dos aviões. É uma homenagem a um piloto de guerra, conde Francesco Baracca, ás lendário morto na Primeira Guerra Mundial. A própria condessa sugeriu que Enzo Ferrari utilizasse o cavalo negro em seus carros de corrida, para dar sorte. Nos anos 1910, as forças aéreas apenas engatinhavam; a aeronáutica de guerra italiana era um regimento da cavalaria.

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