Dicas para economizar no banheiro

Com seca ou não é preciso economizar. Confira algumas dicas para economizar água no banheiro.

Economizar água é uma atitude inteligente em todos os sentidos: reduz o valor da conta de consumo e contribui para reduzir o impacto ambiental provocado por nossas atividades cotidianas. Em qualquer local – residências, empresas, indústrias, etc. – o banheiro é um dos locais de maior gasto deste item fundamental.

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De acordo com a Organização das Nações Unidas, 110 litros (3,3 metros cúbicos) diários de água são suficientes para atender às necessidades de higiene e consumo. Cada brasileiro, no entanto, em média, ultrapassa a marca dos 200 litros diários, num total de 40.000.000.000 de litros para todos os habitantes do país.

A sustentabilidade é uma das principais preocupações mundiais, mas os brasileiros não parecem estar muito preocupados em relação aos cuidados com a preservação do meio ambiente. Apenas para citar um exemplo, até 40% da produção agrícola são desperdiçados, seguindo diretamente para o lixo. Com algumas dicas simples, no entanto, podemos reduzir o consumo, poupar dinheiro e ajudar a salvar o planeta.

O banheiro é um bom local para começar a economizar. Veja algumas dicas:

O tempo do banho

O banho diário é um hábito saudável. Higieniza, retira as células mortas, fortalece todos os músculos do corpo e contribui para a manutenção da saúde e da beleza. Em excesso, no entanto, diminui a oleosidade natural da pele, abrindo espaço para o ressecamento.

O tempo do banho pode ser reduzido para apenas cinco minutos, mais que suficientes para manter o corpo limpo. Basta fazer um teste. Na hora de se ensaboar, aplicar xampu e condicionador capilar (os cabelos, especialmente longos, demandam mais tempo), o registro de água precisa permanecer fechado. Para economizar ainda mais, é possível tomar o banho em uma bacia ou balde, utilizando a água do enxágue para lavar roupas ou limpar o banheiro, a cozinha ou a lavanderia.

Portanto, as normas do banho ecologicamente correto são: abrir o registro, molhar o corpo, fechar a água, ensaboar-se, lavar os cabelos e só ligar o chuveiro para o enxágue final. O consumo médio para uma chuveirada de 15 minutos, com o chuveiro meio aberto, consome 180 litros. Com essas novas atitudes, o gasto cai para 48 litros.

Com estas dicas simples, a redução dos custos ocorre não apenas na conta da água, mas também na de energia elétrica, reduzindo a necessidade de geração de eletricidade (no Brasil, a maior parte das usinas de energia é alimentada por hidrelétricas).

Escovando os dentes

Esta é uma dica simples para economizar bastante no banheiro. O creme dental deve ser apenas umidificado e, durante a escovação dos dentes e o uso do fio dental, a torneira deve ficar fechada. Não faz sentido manter um fluxo contínuo de água que segue diretamente para o esgoto, sem nenhuma finalidade prática.

Utilize um copo para enxaguar a boca depois da escovação. Com a torneira não muito aberta, são gastos 12 litros a cada higienização. Com o copo, 11,5 deste volume de água são poupados. Para uma família de quatro pessoas, com três escovações diárias para cada membro, a economia é de 138 litros de água a cada dia.

Lavando as mãos e o rosto

Esta é uma dica especial para as mulheres. Não utilizem a água para retirar a maquiagem: comprem um bom creme demaquilante e lavem o rosto apenas para retirar o suor e as sujidades. Com um minuto de torneira meio aberta, 2,5 litros de água vão literalmente pelo ralo.

Para os homens, o desperdício é mais frequente na hora do barbear. O ideal é manter a torneira fechada enquanto é aplicado o creme e durante o aparar dos pelos, abrindo a água apenas para enxaguar o rosto. Quem quer economizar ainda mais pode fazer a barba durante o banho. Já existem inclusive barbeadores elétricos que podem ser utilizados debaixo do chuveiro.

Não esqueça as torneiras abertas e corrija eventuais vazamentos. Uma torneira pingando pode representar o desperdício de mais de 1.300 litros a cada mês. Se possível, instale uma torneira automática na pia do banheiro, que interrompe o fluxo de água e representa uma poupança de até 30%, em relação às torneiras convencionais.

Descarga

Em primeiro lugar, é preciso dizer que o vaso sanitário não é lixeira, nem cinzeiro: bitucas de cigarro, embalagens e restos de comida devem ter destinação mais adequada. Portanto, o papel higiênico deve ser depositado em um cestinho, esvaziado regularmente, para evitar o surgimento de moscas, mosquitos, baratas e outros insetos.

A cada vez que é acionada, uma descarga gasta entre seis e dez litros de água. Assim, ela não deve ser apertada desnecessariamente (algumas pessoas têm o mau hábito de apertar duas vezes consecutivas a cada vez que usam o vaso sanitário). Existem bacias econômicas disponíveis no mercado.

A descarga precisa estar sempre regulada e os vazamentos, reparados com rapidez (um buraco de dois milímetros no encanamento significa um desperdício mensal de três mil litros). Nunca se deve acionar a descarga sem necessidade. Ela pode, por exemplo, ser reservada apenas para o “número dois” (nas escolas americanas, esta prática é uma regra comum para alunos e professores).

Água de reúso

Apesar de relativamente caros, os sistemas de reutilização são um investimento que se paga no médio prazo, com a economia e consequente menor impacto no orçamento doméstico. Em São Paulo, o sistema para uma casa de 200 metros quadrados custa entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, valor poupado com quatro anos de utilização.

A água do chuveiro, da pia, da lavadora de roupas e até da chuva pode ser captada automaticamente, para a lavagem de pisos e azulejos, rega de plantas, etc. Os sistemas de reúso também têm opções de filtragem e de redirecionamento para outras finalidades.

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