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Déficit de atenção em adultos

Mais comum em crianças, o transtorno do déficit de atenção pode se prolongar em até metade dos casos na vida adulta.

O transtorno do déficit de atenção, diagnosticado no início do século XX, atinge cerca de 5% das crianças. Inicialmente, acreditava-se que era um problema essencialmente infantil, sendo atenuado progressivamente a partir da adolescência, mas estudos recentes identificam a manutenção do déficit de atenção em até 70% dos casos na vida adulta.

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A doença parece estar relacionada à deficiência dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina e ao comprometimento do córtex pré-frontal: em pessoas normais, o lado direito é ligeiramente maior que o esquerdo, mas em adultos portadores do distúrbio do déficit de atenção, ocorre o contrário.

O transtorno do déficit de atenção em adultos (TDAH) se manifesta pela dificuldade de atenção:

• a pessoa não consegue se concentrar em tarefas, jogos e mesmo em assistir a um filme;
• acumula tarefas e quer executá-las ao mesmo tempo;
• parece não ouvir quando alguém se dirige a ela;
• é desorganizada, não consegue manter as contas em dia;
• tem problemas profissionais e acadêmicos, apesar de não haver comprometimento intelectual;
• sofre com atrasos e perdas de objetos.

A hiperatividade, no adulto com TDAH, se manifesta pela sensação permanente de ansiedade, a necessidade de encontrar novas formas de prazer, às vezes colocando-se em perigo (por exemplo, dirigindo perigosamente). Muitos pacientes movimentam mãos e pés constantemente e não conseguem ficar sentados num cinema ou teatro, por exemplo.

A impulsividade se revela pela dificuldade em tomar decisões ou, ao contrário, pelas decisões impulsivas, como terminar um relacionamento ou pedir demissão por motivos fúteis. O déficit impede que o paciente leia um livro inteiro ou obriga que leia vários livros ao mesmo tempo. É intolerante à frustração, irritável, sofre com o mau humor sem causa aparente.

O diagnóstico é clínico, com o histórico do paciente e, se possível, entrevistas com parentes, amigos e colegas de trabalho, já que o portador de déficit de atenção pode não conseguir verbalizar seus problemas de modo adequado.

Os sintomas relatados podem ser comuns em várias situações; não se diagnostica o TDAH apenas porque o paciente sempre perde as chaves ou tende a relacionamentos curtos e superficiais. O somatório dos sintomas e principalmente o comprometimento das atividades sociais e profissionais são as causas que levarão o terapeuta (psicólogo ou psiquiatra) ao diagnóstico final. A organização Mundial da Saúde desenvolveu um questionário para facilitar o diagnóstico.

Uma vez que o TDAH parece estar relacionado a uma causa genética, não existe cura para ele, apenas a atenuação dos sintomas. Medicamentos para repor as doses necessárias de dopamina e noradrenalina têm dado bons resultados. A psicoterapia quase sempre é necessária, porque os maus resultados obtidos no trabalho e nos estudos reduzem a autoestima do paciente e às vezes redundam em problemas paralelos, como abuso de álcool e drogas, distúrbios depressivos, antissociais e de ansiedade.

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