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Curiosidades sobre os seios

A seguir, uma relação de curiosidades sobre os seios que você não pode deixar de conhecer.

Entre as curiosidades sobre os seios, a primeira é um clássico: os maiores seios do mundo. Os números do Livro Guinness dos Recordes estão sempre mudando, mas atualmente o título pertence a uma brasileira: Sheyla Hershey, que vive no Texas (EUA). A cantora, atriz, dançarina e modelo submeteu-se a oito cirurgias plásticas e hoje suporta 3,7 litros de silicone nas mamas. Efetivamente, Sheyla é uma mulher de peito.

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Sem recorrer a cirurgias, o título de maiores seios naturais fica com a modelo americana Annie Hawkins Turner. O recorde está registrado no Guinness e no prêmio “Adult Video Nudes”. Annie veste sutiãs de manequim 102. Cada seio pesa 25 kg.

Uma pesquisa realizada por um fabricante de lingerie descobriu que, para a maior parte das mulheres, os seios representam 1% do peso corporal (e 5% da massa de gordura). Entre as europeias, os maiores seios estão com as inglesas (manequim 44 ou 46). Já 68% das italianas vestem sutiãs 36 ou 38.

Estímulos sexuais

Assim como o pênis, os seios também se dilatam com algum estímulo sexual, já que a quantidade de sangue aumenta nas mamas. Uma em cada cem mulheres consegue atingir o orgasmo apenas com carícias nos seios.

A região dos seios apresenta muitos nervos e vasos sanguíneos, o que confere maior sensibilidade e prazer para a relação sexual tanto física como emocionalmente. O fenômeno tem início entre os oito e onze anos de idade (com a chegada da puberdade) e, sem problemas graves de saúde, permanece por toda a vida.

O silicone

O país que mais realiza implantes de próteses de silicone é o Brasil. Em 2013, foram realizados 1,49 milhões de procedimentos, quase 13% do total mundial. Os médicos brasileiros desbancaram os americanos, que realizaram “apenas” 1,45 milhões de cirurgias nos EUA. Até 2012, a cirurgia mais procurada aqui era a lipoaspiração.

Dados de 2010 apontavam que o número de cirurgias realizado no país já havia ultrapassado a casas das 110 mil plásticas anuais, o que equivale, em médio, a um procedimento a cada cinco minutos. Até os anos 1990, as próteses preferidas tinham entre 120 ml e 140 ml. Atualmente, as mais procuradas são as de 300 ml.

O silicone é usado em próteses desde os anos 1960. No decorrer da história, outros materiais foram empregados na tentativa de aumentar os seios: cartilagem bovina, bolas de marfim, teflon, leite de cabra, resina epóxi e borracha moída.

Sem camisa

A ONG Go Topless, de Nevada (EUA) organiza desde 2007 um evento para promover a igualdade de gêneros: o Dia Internacional do Topless, em que as mulheres deixam blusas e sutiãs no guarda-roupa e marcham pelas ruas de peito aberto. A ONG acredita que as mulheres têm o mesmo direito de andar sem camisa que os homens.

Por falar em sutiãs, peças semelhantes já eram usadas pelas mulheres desde o século VII a.C., mas a produção industrial só teve início em 1914, quando a americana Mary Phelps patenteou a invenção. Nos anos 1970, no entanto, o movimento feminista promoveu diversos atos públicos com a queima em massa das peças íntimas.

Na Escola Politécnica de Hong Kong (China), há um curso universitário destinado especificamente à criação e produção de sutiãs: o Bra Studies. Entre outras atividades, os alunos estudam história do figurino e anatomia dos seios.

Antes de se aventurar em um topless, no entanto, é preciso conferir as leis locais. Os seios à mostra são permitidos em algumas praias brasileiras, do Caribe e do Mediterrâneo. Nova York, Ohio, Havaí e Texas são exemplos de Estados americanos que regulamentaram a prática. No norte da África e no Oriente Médio, a prática pode levar as mulheres para a cadeia: nos Emirados Árabes Unidos, a pena pode chegar a seis meses de detenção.

O tamanho certo

Pesquisas indicam que 80% das mulheres usam o tamanho do sutiã errado. Isto provoca problemas estéticos, como não favorecer a exposição dos seios em um decote. Os piores problemas, no entanto, são físicos: sutiãs muito apertados podem provocar desvios na coluna vertebral, distúrbios na digestão e até dores de cabeça.

O sutiã adequado também é desprezado nas práticas esportivas. Correr apenas com um top, sem apoio correto, força a musculatura, aumenta o deslocamento dos seios nas passadas mais bruscas e pode provocar estiramentos nos músculos da região.

Outros direitos

Não é absolutamente comum, mas os homens também podem amamentar seus bebês. Mas antes que as mães comecem a transferir atribuições para o gênero masculino, é preciso avisar que se trata de uma condição extremamente rara. Quase sempre, o fenômeno está relacionado a um tipo de tratamento hormonal, como os adotados em alguns casos de câncer.

Seios desiguais?

Nenhuma mulher que tenha seios naturais possui uma mama igual à outra. Para ficar ainda mais curioso, geralmente o seio esquerdo é ligeiramente maior. Os bicos dos seios também têm tamanhos diferentes e apontam para direções distintas.

Mas os seios tendem a parecer mais uniformes entre os dias 14 e 16 do ciclo menstrual. O motivo é a série de alterações hormonais que ocorrem no período da ovulação. Quando os mamilos ficam mais escuros, é sinal de que a mulher está ovulando. A cor normal volta em poucos dias.

A força da gravidade

Para desespero da imensa maioria da população feminina – e também de muitos de seus parceiros –, os seios tendem a cair com o passar dos anos. O motivo é a redução da produção do colágeno – substância que fortalece o sistema músculo-esquelético.

Para piorar a situação, as células musculares cedem e são substituídas por novas camadas de gordura. O estresse e a ansiedade são responsáveis pela aceleração deste processo. O cigarro e o abuso de bebidas alcoólicas também contribuem. Outro ponto que contribui para a flacidez é o emagrecimento muito rápido, já que a mulher vai perder gordura também nos seios.

Seios grandes e suicídios

Um estudo publicado no jornal americano “Annals of Plastic Surgery” (Anais da Cirurgia Plástica) de 2011 demonstra que mulheres com próteses de silicone nos seios apresentam três vezes mais probabilidades de cometer suicídio. O mesmo estudo indicou que os produtos utilizados nas cirurgias não estão relacionados a qualquer alteração metabólica. Aparentemente, boa parte das mulheres que recorrem ao aumento dos seios têm baixa autoestima e visão destorcida do próprio corpo, o que pode explicar o fenômeno, ao menos em parte.

Por outro lado, o silicone pode evitar tragédias. Em agosto de 2006, uma israelense sobreviveu a um atentado do Hezbollah no norte do país. A jovem de 24 anos teve seus seios atingidos por estilhaços de um foguete, mas o implante impediu que o coração da jovem fosse perfurado. A mulher recebeu alta hospitalar em poucos dias, mas teve que refazer a plástica.

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