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Como seria a terceira guerra mundial?

EUA, Rússia, China, Índia ou um outsider: quem poderia ser o estopim da terceira guerra mundial?

Muitos historiadores consideram que a terceira guerra mundial já aconteceu: foi a Guerra Fria, período que se iniciou logo depois da Segunda Guerra Mundial (1945) e só foi encerrado com a queda da União Soviética (1991), um período de disputas estratégicas e conflitos indiretos ente as maiores potências mundiais: EUA e URSS.

Apesar de ter se iniciado como um conflito ideológico entre socialismo e capitalismo – uma disputa ideológica –, a Guerra Fria ganhou contornos de hegemonia política e militar. Em menos de cinco anos do conflito na Europa, teve início a Guerra da Coreia, conflito que dividiu o país e que até hoje não foi encerrado.

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Em 1955, começou a Guerra do Vietnã, com duração de 20 anos, inicialmente pela independência do país (até então colônia da França) e posteriormente pelo fim da ocupação japonesa. O conflito se tornou emblemático como a maior derrota dos EUA no plano internacional, em uma clara disputa entre “esquerda” e “direita”.

Sempre em guerra, o país do sudeste asiático permaneceu dividido durante mais de uma década. Na verdade, o país, já separado desde o avanço comunista, teve de sofrer a ofensiva americana em seu território – em outros países da Indochina, como Laos e o Camboja. A unificação só ocorreu com a queda de Saigon, em 1975.

Como seria a terceira guerra mundial?

Indagado sobre como seria uma terceira guerra mundial, o cientista alemão Albert Einstein declarou: “não sei como seria, mas posso dizer como será a quarta: com paus e pedras”. O físico que estabeleceu a teoria da relatividade indicava que um possível conflito nuclear determinaria a destruição de todos os avanços tecnológicos da humanidade.

A maioria dos especialistas entende que um conflito de proporções planetárias, afetando a Terra como um todo, só poderia ocorrer entre EUA e Rússia, as maiores potências nucleares do planeta. No entanto, mais de 20 países dominam a tecnologia da energia nuclear e, em tese, poderiam construir artefatos atômicos com alto poder de destruição.

Os EUA, em função dos testes de detonação, são a maior potência de destruição nuclear do planeta. O país mantém mais de 7.500 ogivas instaladas, através do programa de partilha nuclear da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), em países tão diferentes como a Turquia e a Bélgica.

EUA e Rússia têm trabalhado em conjunto nos últimos anos, inclusive com a promessa de destruição de seus arsenais nucleares. Os EUA contam com mais ogivas instaladas e, até o momento, o desmantelamento de instalações têm tido apenas efeito simbólico.

A Rússia mantém, no entanto, mais de 1.000 ogivas ativas. A extensão do país – de mais de 171°, ou 11 fusos horários, garante ataques a todos os pontos estratégicos do país, São Paulo e Rio de Janeiro incluídos. O país detém, ao menos no texto do tratados, instalações nucleares em diversos países, como Ucrânia, apesar dos vários ataques ocorridos atualmente.

O conflito final

George W. Bush, presidente dos EUA entre 2001 e 2009, que promoveu uma guerra contra o Iraque para destruir armas biológicas e químicas do arsenal do então ditador Saddam Hussein (nunca encontradas, seja dito), afirmou que a guerra entre ocidentais e árabes seria a terceira guerra mundial.

Na verdade, foi apenas – e lamentavelmente – um conflito para responder à opinião pública, logo após os ataques terroristas da Al Qaeda, em setembro de 2001. De qualquer forma, o episódio serviu para chamar a atenção para outros detentores de armas nucleares. O Irã, uma ditadura teocrática, está desenvolvendo este tipo de tecnologia bélica – ou talvez já a detenha.

A insistência do país em impedir as inspeções da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica, da ONU) preocupa diversos países, em especial Israel, inimigo declarado do Irã. Um conflito ampliado entre judeus de Israel, de um lado, e árabes e persas, de outro, poderia ser o estopim para a terceira guerra mundial.

Vale lembrar que a supremacia árabe se estende do Marrocos até a Indonésia. Os países em que o Islamismo é a religião predominante não têm grandes laços, mas basta ver o avanço do Estado Islâmico, que teve início no Iraque e já pode ver braços do Iêmen à Argélia.

Nossa história sempre foi marcada por litígios. Milhões, ou talvez bilhões de pessoas tiveram de oferecer as suas vidas em benefício da “pátria, honra e liberdade” nos últimos milênios. Estas guerras, no entanto, não são de todo ruins; a tecnologia desenvolvida para os conflitos sempre se mostrou benéfica em momentos de paz. A humanidade vive de vaivéns: um de nossos ancestrais descobriu que uma vara longa e fina servia para recolher frutas de árvores muito altas; em seguida, um “vizinho” descobriu que a mesma vara era útil espetando barrigas e afugentando invasores – ou espetando as barrigas de famílias que ocupavam boas cavernas.

Na Primeira Guerra Mundial, a excelente invenção das aeronaves permitiu que ocorressem os primeiros bombardeios – conta que, entre os motivos do suicídio do brasileiro Alberto Santos Dumont, inventor do avião, um deles seria o intenso despejo de bombas através de sua invenção.

O avanço da internet – que provavelmente só se tornou viável depois da Segunda Guerra Mundial, quando a transmissão de dados foi amplamente aproveitada pelos dois lados da guerra –, atualmente permite que o front de batalha conheça a movimentação dos inimigos, as armas que carregam e, na contraespionagem, os planos que pretendem colocar em prática.

Os governos de todos os lados também continuam desenvolvendo armas. “Inteligentes”, como no caso da Guerra da Iugoslávia, que destruíram hospitais e escolas na Sérvia, Croácia, Bósnia, etc. Armas de confronto direto, como rifles de alta precisão, destruídos quando o soldado é “neutralizado” também apresentam novidades a cada dia. Muitas delas servem apenas para o “serviço” de traficantes de pessoas, drogas e outras armas.

Há evidências sobre o desenvolvimento de armas que possam controlar as placas tectônicas, a temperatura da atmosfera, a umidade do ar e mesmo a passagem de raios ultravioleta capazes de ultrapassar a camada de ozônio, potencializando os efeitos da radiação solar.

Para invadir ou para roubar, hackers e crackers – especialistas no campo cibernético, atualmente disputados a peso de ouro, seja por empresas, seja por organizações governamentais para identificar falhas na rede internacional de computadores – podem ser os “soldados” decisivos em uma terceira guerra mundial.

Seja como for, precisamos voltar a Einstein, para ter uma perspectiva positiva. O cientista disse não saber quais armas seriam utilizadas em uma terceira guerra mundial. A perspectiva, para o estudioso, é a de que voltaríamos a uma espécie de Idade da Pedra (talvez muito terrível para os adeptos da tecnologia – do liquidificador ao forno inteligente, da bicicleta elétrica ao carro sem condutor).

O importante é que, se a terceira guerra mundial acontecer, ela não será um Armagedon, um fim do mundo determinado por uma potência superior: ele será determinado pela nossa própria burrice e caberá a nós, seres humanos – o topo da cadeia alimentar do planeta – definirmos um novo começo.

Isto, a não ser que as baratas e os escorpiões, os candidatos a ocuparem nossos cargos no planeta – não encontrarem novas formas para nos mandarem de volta ao mato, “como o pato e o leão”. Talvez, depois de uma terceira guerra mundial, sejamos simplesmente condenados à extinção.

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