Coisas simples que a ciência não explica

Coisas simples que não são tão simples quanto nos fizeram acreditar na escola. E ninguém sabe explicar.

– A água é a substância mais estranha que existe: a água é sem dúvida o elemento mais abundante, tanto no planeta quanto no ser humano. E também é o que se comporta de forma mais bizarra. Explicamos: a água não se comporta como os outros elementos químicos, ela faz as próprias regras. Por exemplo, a água é a única que expande quando congela – coisa que você vai comprovar se esquecer a cerveja no freezer e ela “explodir”. E os cubos de gelo flutuam – ao contrário de outras substâncias -, porque a versão congelada da água é menos densa e mais leve do que a versão líquida.

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Por quê? A ciência não consegue explicar, e isso tem sido um mistério desde que o mundo é mundo e a ciência é ciência. Existem teorias super elaboradas sobre isso, mas nada definitivas. E por que o gelo é escorregadio? Por que a água quente congela mais rápido do que a fria? A ciência sabe tanto quanto eu e você. Zero. Ou seja, apesar de ser o elemento mais abundante, o ser humano sabe ainda muito pouco sobre ele.

– O tempo é relativo e talvez nem exista: Difícil dizer isso se a gente “vive” a passagem do tempo, todos, juntos, ao mesmo tempo. Ou não. Segundo Einstein, as pessoas experimentam o tempo em velocidades relativas. Quer dizer, por quantidades infinitesimais, uma pessoa sentada envelhece num tempo diferente de alguém que está correndo uma maratona. Outra curiosidade: quem trabalha numa estação espacial volta pra Terra um pouco mais jovem que seus amigos que ficaram aqui, já que o tempo passa mais rápido no nosso planeta do que no espaço. Ok, isso não muda nada na nossa vida diária, mas que é intrigante é.

Mas o que os cientistas não conseguem explicar em relação ao tempo é porque ele corre para nós em apenas um único sentido, isto é, arbitrariamente para o futuro, já que a “flecha do tempo” é irrelevante para os estudos físicos e matemáticos. Por essa lógica, o fato de lembrarmos do passado e não do futuro não faz o menor sentido. E já se gastou muito tempo (há!) e neurônios tentando se saber porque isso é assim, mas esses são conceitos abstratos e bastante difíceis e… bom, até os cientistas tem vida, né?

– As plantas podem fazer operações matemáticas: Essa é boa pra discutir com aquele seu amigo vegano que insiste em não comer os bichinhos, mas não dá a mínima para a vida das alfaces. Ok, elas continuam não tendo cérebro, sentimentos etc., como aprendemos na escola, mas cientistas ingleses descobriram recentemente que as plantas tem a capacidade de calcular equações matemáticas e suas células são como pequenas calculadoras de grande precisão. Toda noite elas fazem um balanço pra se certificar de quanto de alimento elas tem para aguentarem até o outro dia, e assim liberá-lo em pequenas porções até o amanhecer – já que elas precisam da luz do sol para a fotossíntese.

E mesmo sem ter boca, elas se comunicam. O cheiro de grama cortada, por exemplo, que diz que o verão está chegando, é um pedido de socorro. Mesmo sem possuir cérebro, elas tem um tipo de sistema nervoso que faz com que elas sintam uma espécie de dor, e a forma delas expressarem essa dor é o cheiro. Ou seja, cada vez que você fica feliz, lembrando da infância com o cheirinho de grama cortada, você está na verdade tripudiando em cima do sofrimento da grama!
Mas o porquê delas fazerem isso, como elas fazem…

– O espaço pode ter 11 dimensões: A gente sabe que vive num mundo tri-dimensional. Isso significa que a gente pode se mover pra cima e pra baixo, pra esquerda e pra direita, pra frente e pra trás. Mas a ciência está ampliando agora seus conhecimentos sobre a verdadeira natureza do espaço, e o pensamento mais difundido entre os cientistas no momento é de que ele pode ter 11 dimensões. Isso quer dizer que além dos movimentos que a gente citou aí em cima pode haver outros oito que a gente ainda não tem a menor noção de quais são, e mostram que a gente sabe mesmo é nada.

E como entender isso? Bom, pra começar a gente tem que jogar fora a noção que a gente tem de dimensões, tipo viajar no tempo percorrendo um espelho. O tempo é a própria quarta dimensão – o deslocamento do passado pro futuro é o quarto movimento. Mas ainda restam outras 7 sobre as quais não dá nem pra divagar, e como a gente não entende nem mesmo o tempo, se ele existe ou como existe, fica difícil…

Mas um jeito bacana de pensar sobre isso é como descrito na história do livro ”Flatland”, publicado em 1884 pelo professor Edwin Abbot. A história se passa em um mundo bi-dimensional, onde existe apenas os movimentos pra trás e pra frente e para esquerda e para a direita. Mas eles não tem a noção do que é para cima e para baixo, então quando uma pessoa que vive no mundo 3D tenta entrar em contato com esses habitantes, eles não conseguem vê-lo, apenas ouvir sua voz como se alguém estivesse falando dentro de sua cabeça.

Da mesma forma, não temos ideia do que está rolando nas dimensões superiores, nem os cientistas tem, porque não se pode ver o que acontece nessas direções. A ciência só conhece essa possibilidade por causa de um fenômeno chamado de “tunelamento”, no qual partículas desaparecem de um lugar e reaparecem em outro, como se viajassem de uma dimensão mais elevada para chegar a outros lugares. Louco, né?

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