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Coisas inventadas por acidente

Os acasos e os acidentes são responsáveis por inovações tecnológicas nas mais diversas áreas.

Quando se pensa num cientista, logo vem à mente a ideia do pesquisador de jaleco branco, trancado num laboratório, altas horas da noite. Realmente, na maior parte das vezes, as conquistas da ciência, tecnologia e bem-estar são obtidas à custa de muito esforço, mas algumas vezes coisas são inventadas por acidente.

O forno micro-ondas

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O engenheiro americano Percy Spencer trabalhava para uma empresa de radares, quando, numa experiência com micro-ondas, reparou que a barra de chocolate que tinha no bolso havia se derretido. Intrigado, pôs alguns grãos de milho sob a ação dessas ondas, que rapidamente se transformaram em pipoca. O motivo é que as micro-ondas atritam as moléculas de água presentes nos alimentos, aquecendo-os com facilidade.

Os primeiros fornos eram caros e raros. Apenas a partir dos anos 1970 surgiram modelos mais acessíveis à maioria da população. Spencer registrou 150 patentes durante a sua vida. Em 1999, ele foi incluído no Hall da Fama dos inventores americanos.

A sacarina

A história deste adoçante não tem um começo muito higiênico. O químico Constantino Fahlberg trabalhava na Universidade Johns Hopkins (EUA) e, na hora do almoço, esqueceu-se de lavar as mãos. Na primeira mordida, o cientista percebeu que o pão estava adocicado e rapidamente ligou os pontos: a doçura estava relacionada à substância que ele havia manipulado minutos antes.

Isto aconteceu em 1879 e seria inimaginável nos dias de hoje, já que as normas técnicas de segurança e higiene impedem que um acidente como este possa ocorrer. Mesmo assim, a contribuição de Fahlberg é importante para quem precisa controlar os quilos extras ou manter a forma.

A penicilina

Em 1928, o médico e bacteriologista escocês Alexander Fleming descobriu por acaso a penicilina, um antibiótico natural excretado por fungos do gênero Pennicillium.

Foi uma revolução na medicina. No laboratório, Fleming tinha várias placas de Petri com microrganismos. Numa delas, em que havia uma cultura de Staphylococcus aureus, bactéria causadora de infecção generalizada, o cientista percebeu que havia algo errado.

A placa havia sido infestada por alguma espécie de bolor. A boa notícia surgiu depois: em algumas horas, as bactérias haviam sido mortas. Isolando o fungo, ele obteve um antibiótico de largo espectro, que impede a formação da membrana dos germes. A penicilina só foi testada em humanos em 1941, mas sua popularização ocorreu com a Segunda Guerra Mundial, quando o medicamento salvou a vida de muitos soldados.

O Viagra

Pesquisadores da farmacêutica multinacional Pfizer começaram a estudar a eficiência de um medicamento para angina e hipertensão arterial. Nos primeiros testes, em animais, a substância apresentou bons resultados e, no fim dos anos 1980, a droga estava pronta para ser testada em cobaias humanas.

Algo deu errado, no entanto. Nenhum dos pacientes registrou melhoras nas condições do coração e do sistema vascular. Muitos, no entanto, relataram ter tido ereções involuntárias, que se mantiveram por algumas horas. Os pesquisadores voltaram ao laboratório, para estudar melhor este bom efeito colateral. Em 1998, o Viagra foi aprovado pela Food and Drug Association, para tratar pacientes com disfunção erétil.

O picolé

Por exemplo, em 1905, Frank Epperson, de São Francisco (EUA), estava preparando um refresco em pó, usando um palito de madeira, quando alguém o chamou e ele se esqueceu do suco. No dia seguinte, de manhã, o jovem, de apenas 11 anos, percebeu que a bebida havia se congelado juntamente com o palito.

Por acidente, ele havia criado o picolé. 18 anos depois, Epperson decidiu patentear a sua invenção, com o nome de eppsicle, mas seus filhos, pequenos então, só chamavam o doce gelado de popsicle, nome ainda usado nos EUA.

O café

Conta a lenda que o pastor Kaldi, que viveu na Etiópia há cerca de 1.100 anos, começou a observar que suas cabras mostravam-se mais espertas e ágeis quando se alimentavam das folhas e frutas de um arbusto. Intrigado, ele mesmo provou e sentiu maior vivacidade. Ele comentou com um monge da região, que começou a usar o café como estimulante, para resistir ao sono durante os longos períodos de orações.

O café espalhou-se pelo Mediterrâneo e, com as Grandes Navegações, pelo mundo todo. Apesar da origem etíope, o naturalista sueco Lineu classificou-o como “Coffea Arabica”, porque os árabes – que dominaram vastas regiões da África, Ásia e Europa – foram os responsáveis pela popularização da bebida.

Batatas chips

Tudo começou em 1853, quando o chefe de cozinha George Crum, de um hotel em Saratoga Springs (EUA), incomodado com as constantes reclamações de um cliente, que insistia em que as batatas estavam muito grossas e sem sal, decidiu fatiá-las da forma mais fina possível, fritá-las e salgá-las. Ao contrário do esperado, o cliente – que já havia devolvido vários pratos – apaixonou-se pelas “Saratoga Chips”.

Em 1920, Laura Scudder inventou o saco vedado, fato que permitiu que os salgadinhos permanecessem frescos por mais tempo e as batatas chips se espalharam pelo mundo todo. Hoje, elas são vendidas em embalagens de plástico ou alumínio.

Massinha de modelar

O produto foi criado nos anos 1930 e inicialmente era indicado para limpar papéis de parede. A invenção é creditada ao americano Noah McVicker, que trabalhava para uma indústria de sabão. Em pouco tempo, as crianças descobriram a plasticidade das massas, que se tornaram uma brincadeira e também um instrumento pedagógico, para estimular a coordenação motora e a criatividade.

O brinquedo foi batizado como Play-Doh e é vendido até hoje nos EUA com este nome. Mais recentemente, surgiram as animações com stop motion, em filmes como “A Fuga das Galinhas” e “Batalha dos Vegetais”, em que os personagens são moldados com massa de modelar.

A dinamite

O químico e engenheiro sueco Alfred Nobel (o mesmo que instituiu o prêmio mundialmente famoso) trabalhou durante anos tentando estabilizar a nitroglicerina, um explosivo líquido bastante potente. Em uma de suas tentativas, em 1864, seu irmão mais novo e alguns assistentes foram mortos.

Talvez, em função desta tragédia, ele tenha ficado obcecado por encontrar uma forma que permitisse o uso da dinamite na construção civil ou em pedreiras, mas os testes se mostravam infrutíferos. Certo dia em que conduzia o explosivo líquido, por acaso percebeu que ele havia escorrido, mas o material da embalagem, um mistura de rochas sedimentares, absorveu totalmente a nitroglicerina. Foi só um passo para as famosas bananas de dinamite, muito mais seguras de transportar.

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