Cisto pilonidal – o que é?

O mais comum, entre os cistos dermóides, é chamado de furunculo e recebe, também, o nome de teratoma cístico. Quando esse tipo de cisto ocorre na região sacral (abaixo da lombar onde começa o sulco das nádegas), recebe o nome de cisto pilonidal.

O cisto pilonidal tem sua origem nas fendas embrionárias que contém, em seu interior, pêlos e glândulas sebáceas e sudoríparas. Quando as fendas são muito grandes, podem chegar a inflamar e serem percebidas a olho nu.

Quando ocorre a inflamação – que é bastante dolorida -, o melhor a fazer é procurar um médico dermatologista que irá tratar o cisto com antibióticos ou com a drenagem do pus.

Uma pessoa pode ter o cisto pilonidal sem nunca manifestá-lo. Entretanto, quando ocorre a inflamação, é preciso procurar um médico oncologista que irá encaminhá-lo para um procedimento cirúrgico.

Existem dois tipos de cirurgia para o tratamento do cisto pilonidal:

– O cisto é removido cirurgicamente e deixado para cicatrizar por segunda intenção (a ferida do paciente fica aberta, sem pontos, a cicatrização ocorre de dentro para fora).

– O cisto é removido e fechado cirurgicamente. Esse tipo de cirurgia facilita a cicatrização e só é possível de ser feito quando o cisto pilonidal não está inflamado.

É importante salientar que o uso de roupas apertadas e atrito na região lombar aumentam os riscos de desenvolvimento do cisto pilonidal.

Curiosidade: Durante a Segunda Guerra Mundial, o cisto pilonidal era chamado de “a doença do Jeep” pois ocorriam com freqüência nos soldados que passavam horas e horas sentados nos Jeeps militares.

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