Circo de pulgas: Fantasia ou realidade?

O circo de pulgas é um tipo espetáculo que ainda hoje desperta o fascínio e a curiosidade, afinal como é possível adestrar pequenos insetos e fazê-los participar de atividades tão complexas se comparadas ao seu minúsculo tamanho? Equilibrar-se na corda bamba, pular de trampolins, mergulhar, saltar, ufa! É muito trabalho pra pouca pulga!

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O circo de pulgas tornou-se popular na Europa nos séculos XIII e XIX, dizia-se que as pulgas levavam seus donos a riqueza, por demonstrar suas habilidades peculiares a enormes plateias ou a falência quando fugiam, dando enormes prejuízos, por todo o trabalho que o dono do circo teve ao adestrá-las e blábláblá… Será? Afinal, o circo de pulgas é fantasia ou realidade?

Sinto lhe informar, caro leitor, que o circo de pulgas é pura fantasia, lenda, a verdade é que não existe pulga no circo de pulgas. Por quê? Segundo o psicólogo, especializado em adestramento de animais: Antonio Motta Fagundes, a pulga possui um ciclo de vida muito curto, além de ser um inseto difícil de ser manipulado onde qualquer manuseio mal elaborado pode mata-lo, tornando completamente complicado, perigoso e, mais ainda, improvável o seu adestramento.

Na realidade, a lenda dos circos de pulgas se estende por tanto tempo porque está muito mais relacionada ao encanto, ao fascínio, ao ilusionismo que ao treinamento de insetos em si, ou seja, tudo é realizado através de truques, máquinas e técnicas do apresentador que leva o espectador a acreditar, através de sua encenação, que realmente há insetos ali. Espetáculos atuais de circo realizados nos Estados Unidos, principalmente, usam pulgas mortas ou até mesmo vivas, durante a encenação, mas elas jamais foram adestradas.

Truques mais famosos do circo de pulgas:

Pulga-bomba

Fantasia: Depois de toda uma preparação com a plateia, é aceso o pavio de um canhão de onde se dispara a pulga bomba, depois disso o apresentador pega o pequeno inseto acrobata com uma redinha.

Realidade: O canhão realmente efetua o disparo com pólvora, mas o restante é apenas encenação.

Saltos

Fantasia: o inseto pula em uma gangorra e impulsiona outra pulga para trás e dá diversos saltos no ar.

Realidade: o apresentador aciona um pedal localizado embaixo da mesa fazendo com que a gangorra realmente se mova, por meio de um arranjo de elásticos, depois o apresentador simula aparar o inseto em seu bolso.

Na corda bamba

Fantasia: uma pulga se equilibra na corda bamba, sem rede de segurança, e ainda segura um guarda-chuva.

Realidade: o mini guarda-chuva é preso à corda com um barbante, fazendo parecer que realmente há um inseto logo abaixo dele e o apresentador o puxa por baixo da mesa e faz com que o mini guarda-chuva se mova pela corda.

Mergulho

Fantasia: a pulga pula de um trampolim, centenas de vezes maior que seu comprimento e dá diversas piruetas no ar até cair em uma cuba de água.

Realidade: uma pequena bomba d´água é ligada fazendo com que caia um jato de água na cuba, fazendo parecer que a pulga caiu ali de verdade.

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