As cédulas de real mais raras

Algumas cédulas de real chegam a custar 20 mil reais. A regra é simples: quanto mais rara, mais cara e mais cobiçada.

Para pessoas que colecionam moedas ou que estudam moedas (numismáticos), se a cédula tem poucas ou nenhuma outra impressão, seu valor aumenta e muito. Alguma assinatura especial, número que saiu errado, notas com poucas impressões, e outros fatores influenciam na hora de decidir se uma moeda é ou não é rara e valiosa. A conservação, com alto relevo intacto, nada de dobras, manchas ou rasgos também é um fator importante. A situação é ruim para os estudiosos das moedas, pois uma nota de R$ 2 circula por cerca de um ano até voltar para o banco. Comparada a essas notas, a cédula de R$ 1 que muita gente guarda vale pouco. A mais rara vale R$ 160. Como durante 20 anos muita coisa acontece, veja como as notas de R$ 50 foram se valorizando. 1. Avaliada em R$ 4 mil, essa nota tem uma frase em especial: “Deus seja louvado”, além da assinatura de Rubens Ricupero. Usada desde 1986, a frase não foi colocada em alguns reais. Em 1994 Rubens lembrou-se da frase e por cinco meses colocou sua assinatura nas notas. Elas são raríssimas.

Gosta de Curiosidades? Entretenimento? Vídeos legais? Clique para curtir o Blogadão

2. Valendo R$ 3 mil essa nota teve 400 impressões. Com o símbolo e a assinatura do presidente do Banco Central Pérsio Arida, a cédula de R$ 50 foi assinada pelos 5 meses que Pérsio esteve no cargo, em 1995.

3. Com valor de R$ 1,5 mil eis as cédulas feitas fora do país. No início do real, em 1994, 4 milhões de cada valor de real foram impressas em um país diferente. As de R$ 50, vindas da França têm um “B” depois do último número de série, e uma pequena marca de sua origem.

4. Valorizada em “apenas” R$ 500, algumas cédulas de R$ 50 começaram a circular com o número de série todo tampado, completamente censurado em 2003. Isso torna tudo mais raro. Algumas notas de R$ 10, de plástico, saíram com letras invertidas no número de série, e nem sequer tem um valor estimado.

5. Lá por 1990, a Casa da Moeda destruía as cédulas defeituosas e liberava notas novas, com um especial asterisco no começo do número de série. Em 1994, 400 mil cédulas no valor de R$ 10 e de R$ 5 tiveram o asterisco impresso, e hoje são muito cobiçadas.

Siga-nos no Facebook
Receba atualizações do Blogadão no seu email,
ganhe brindes e participe de promoções!
É gratuito!

Comente no Facebook

93 Comentários

Comente

Receba atualizações no seu email.
Participe de Promoções.