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Cansaço mental: o que fazer?

Falta de concentração e dificuldade em realizar as tarefas cotidianas são sinais de cansaço mental. Saiba o que fazer para recuperar a disposição.

Vivemos num mundo cada vez mais globalizado, em que as informações são produzidas a cada instante, em um ritmo alucinante. A mente humana é programada a processar e tomar posições a cada ideia inédita com que se depara, mas o cérebro tem seus limites. Quando ele está sobrecarregado, emite sinais e surge o cansaço mental: astenia, problemas de memória, desmazelo com as atividades pessoais e profissionais, falta de atenção, podem significar que o ritmo está muito acelerado e o organismo não está conseguindo administrar todas as observações a que é chamado.

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Não existe uma idade específica para sofrer com cansaço mental; em geral, ele acomete jovens com grande carga de atividades e especialmente adultos, mas pode ocorrer em outras fases da vida. Bons exemplos são crianças submetidas a uma carga diária estressante – com aulas de balé, informática, judô, inglês, etc. – o que também pode indicar que os pais, envolvidos com muitas tarefas profissionais, tentam compensar a ausência no acompanhamento dos filhos.

Idosos, mesmo gozando de boa saúde, também sofrem com o cansaço mental. Para seguir os muitos conselhos disparados pela imprensa, especialmente na internet e na TV, é preciso deixar o sedentarismo, exercitar-se, fazer palavras cruzadas e resolver enigmas, ter uma boa vida social. Tudo isto melhora a qualidade de vida, mas cada indivíduo deve saber seus limites e não ultrapassá-los, sob a pena de ter a saúde comprometida.

O cansaço mental é provocado pelo ritmo alucinante que imprimimos às nossas vidas. Estresse, ansiedade, excesso de preocupações, má alimentação – que determina a carência de nutrientes fundamentais para o organismo –, tudo isto sobrecarrega o sistema nervoso, que, exausto, não consegue dar conta de todas as atividades. Os primeiros sintomas são esquecimentos e falta de atenção.

Evitar o cansaço mental é uma atitude importante, pois ele é o prenúncio de doenças graves, como depressão e transtorno obsessivo compulsivo. Os problemas não são apenas emocionais: gastrite, úlceras no estômago e duodeno podem surgir a partir do excesso de atividades cotidianas.

Reduzir a carga excessiva de trabalho e estudos é fundamental, e isto sempre é possível. Bastam algumas pausas durante o dia, por poucos minutos, longe das reuniões, dos planejamentos e da tela do computador. Aliás, quem passa muito tempo – ou o tempo todo – em frente ao PC deve providenciar lentes com tratamento contra os raios UV: onde há luz, há radiação, que é prejudicial aos olhos e à pele.

No trânsito e no transporte coletivo, um bom exercício é fechar os olhos e imaginar-se em outro lugar. Pode ser uma praia, um campo, o topo de um morro. A meditação também é útil: basta esvaziar a mente por alguns segundos. Para os religiosos, uma oração pode conferir a tranquilidade necessária para continuar com as tarefas do dia a dia.

É muito importante, no entanto, encontrar os próprios limites e não ultrapassá-los, ou ao menos não ultrapassá-los com frequência. Quase sempre, assumimos tarefas extras, especialmente por não confiarmos nos colegas e subordinados. É preciso reaprender a relacionar-se; o corpo humano é uma máquina fantástica, mas requer cuidados para funcionar adequadamente.

Nas refeições, também é preciso cuidado. Comemos por prazer e para nutrir o corpo; os excessos devem ser evitados, principalmente das gorduras e açúcares.

Transformar o almoço em um momento agradável pode inclusive gerar boas ideias para o trabalho. A happy hour entre amigos também é importante para socializar e aumentar a rede de relacionamentos, mas, para os motoristas, é preciso deixar o carro na garagem e escolher outro meio de voltar para casa.

Os sedentários precisam se mexer. Praticar um esporte, correr, nadar, praticar ioga ou simplesmente caminhar são excelentes auxiliares para aliviar o cansaço mental. Enquanto o corpo se exercita, queima gorduras e fortalece os músculos, a mente descansa, descobre detalhes nunca vistos no percurso e esquece os problemas por alguns instantes. É um benefício integral.

Por fim, é preciso pensar apenas no presente. É evidente que o planejamento é necessário, mas antecipar problemas é desgastante e desnecessário. Se for preciso, o apoio de um psicoterapeuta, em sessões semanais oferece bons resultados. Bater papo com amigos, passear com a família, namorar, fazer um trabalho voluntário, são outras atividades que valorizam o tempo e melhoram a qualidade de vida.

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