Bruxos famosos

A história é cheia de citações sobre bruxos e magos, que ficaram famosos por suas realizações.

A bruxaria é quase tão antiga quanto a humanidade. O homem sempre tentou encontrar respostas para as famosas questões filosóficas: quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? E a magia ou bruxaria são tentativas de elucidar estes problemas. Bruxos famosos viveram em todas as épocas.

Bruxos famosos

Provavelmente, os mais famosos da história são os magos que teriam visitado Jesus no nascimento, conforme narrativa do apóstolo Mateus. O Evangelho diz apenas que “uns magos”, obedecendo a instruções astrológicas, vieram visitar aquele que se tornaria rei. A tradição é responsável por determinar o número, promovê-los a reis e, apesar de terem vindo do Oriente, há um túmulo em Colônia, na Alemanha, que conteria os restos dos “três reis magos”.

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De qualquer forma, os magos – sinônimo de bruxos – trouxeram presentes para o Menino Jesus: ouro, representação do poder, incenso, o dom da profecia, e mirra, símbolo da imortalidade. Baltazar, Melquior e Gaspar são figuras fundamentais em qualquer presépio montado na época do Natal.

A religião tradicional dos celtas celebrava a magia. Muitos praticantes foram mortos em fogueiras e outras torturas, na transição entre as idades Média e Moderna. A perseguição ultrapassou as fronteiras da Europa; em Salém, nos EUA, 150 pessoas, a maioria mulheres, foram acusadas de praticas bruxaria, no final do século XVII.

Paracelso foi um médico que viveu no fim da Idade Média, na Alemanha e Itália. Viajou pelo Egito, Terra Santa, Arábia e Turquia, onde reuniu conhecimentos místicos, que aliou à medicina, alquimia e astrologia. Na época, era comum utilizar elementos mágicos para restaurar a saúde.

Agripa – pseudônimo de Henrique Cornélio – foi um bruxo que viveu na Alemanha, na Renascença. Ele afirmava que a maneira mais rápida de conhecer Deus é por meio da magia. A Igreja não concordou com suas conclusões e manteve-o cativo por muitos anos. Agripa é a fonte de Johann Goethe para “Fausto”, o intelectual que fez um pacto com o Diabo para obter conhecimento e riquezas.

Eliphas Levi chegou a frequentar um seminário católico, mas foi expulso por suas tendências esotéricas e sua conduta, considerada excessivamente liberal. Foi um profundo estudioso das ciências ocultas. Rosacruz, chegou ao título de mestre da ordem iniciática. Como resultado da publicação do livro “A Bíblia da Liberdade”, foi preso por atentar contra a religião.

Aleister Crowley é um dos mais famosos ocultistas ingleses. Nascido no século XIX, no seio de uma família profundamente anglicana, passou a interessar-se pelas coisas do além ao entrar na Ordem do Amanhecer Dourado (Golden Dawn). Consta quem, certa vez, usando o pentagrama mágico, invocou espíritos e foi assediado por mais de 300 demônios. Crowley começou a usar drogas com finalidades terapêuticas, mas descobriu que elas abriam as portas para a espiritualidade. Para ele, a magia é a ciência e arte de provocar mudanças com a vontade.

Alex Sanders viveu no século XX. É considerado o rei das bruxas. Ele praticava a magia da mão esquerda. Sanders é considerado o fundador da bruxaria moderna: a Wicca, conforme é praticada hoje, foi organizada nos covens – núcleos de magia – organizados por Sanders.


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