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As maiores mentiras sobre o sexo

O assunto ainda é tabu. Talvez por isto haja tantas mentiras sobre o sexo.

Parece incrível, mas ainda hoje, em pleno século 21, ainda existem pais que não conversam sobre sexo com os filhos. Os projetos educacionais também ficam a dever: transformam a orientação sexual em aula de anatomia. O resultado é que ainda crescemos e aprendemos nas ruas, com os colegas, e nestes grupinhos surgem as maiores mentiras sobre o sexo.

Os afrodisíacos, por exemplo. Não existe qualquer comprovação científica de que eles consigam aumentar o apetite sexual. As lendas são muitas: ostras dariam um upgrade na performance, já que eles lembram a forma de uma vagina. Bananas e morangos têm uma história semelhante. Os ovos de codorna são usados simplesmente porque esta pequena ave copula diversas vezes por dia. Em alguns casos, como na Ásia, os animais levam a pior: o chifre de rinoceronte e os testículos de tigre aumentariam a potência sexual de homens e mulheres.

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Mas nem tudo está perdido. Alimentos como guaraná, catuaba e chocolate são energéticos e contribuem para o bom desempenho físico. Eles não provocam estímulos sexuais, mas aumentam a disposição orgânica, desde que não haja um uso indiscriminado. Já o tão famoso amendoim é apenas propaganda enganosa, mas pode ser um estímulo psicológico.

Africanos bem dotados

Isto não é mentira: os naturais da África subsaariana têm pênis mais longos (a média é de 18 cm) e mais grossos do que os ocidentais.

A média dos caucasianos é de 15 cm e dos orientais, entre 10 e 13 cm.

Mas um pênis grande não é sinônimo de uma boa relação sexual. Muitas mulheres reclamam do “calibre” do seu parceiro, incômodo especialmente na retirada, ao fim da cópula. Para os tripés, uma má notícia: ter pênis grande aumenta as chances de ser traído.

Pesquisadores do Quênia descobriram que, a cada polegada (2,5 cm), aumenta em uma vez e meia a chance de ser passado para trás. A justificativa das mulheres é que o instrumento muito grande causa sensação de dor e desconforto: passa longe da ideia de satisfação e prazer.

Quem pula mais a cerca?

Pode ser incômodo para as mulheres, mas um estudo da Universidade de Ohio (EUA) demonstrou que as mulheres podem ser tanto ou mais promíscuas. No entanto, estes assuntos não são discutidos em rodinhas de amigas ou no salão de beleza. Elas não são muito abertas a discutir estes temas.

Entre os homens, as mentiras mais comuns sobre a idade em que se iniciaram sexualmente e o número de parceiras que tiveram na vida (sempre bem valorizado). As mulheres fazem o contrário, provavelmente para satisfazer as exigências da sociedade (que, convenhamos, é bastante hipócrita quando o assunto é sexo).

Pornografia

As mulheres gostam de assistir a filme pornô tanto quanto os homens. Estudos indicam que as reações durante a exposição de casais seminus ou nus são bastante semelhantes para os dois sexos. Um estudo da Universidade de Saint Louis (EUA) mediu a atividade de homens e mulheres durante a exposição de cenas eróticas e não eróticas. As respostas foram parecidas.

Novamente, a hipocrisia social pode estar por trás da reprovação feminina aos pornôs. Mulheres bem educadas não devem expor seus desejos e necessidades. Aliás, desde pequenos, os meninos são incentivados a consumir pornografia, ao contrário das suas futuras parceiras. Uma advertência: os pornôs podem viciar. A possibilidade é pequena (cerca de 1% dos internautas que navegam por sites pornográficos não conseguem resistir à compulsão).

Sexo é sujo

Mais uma mentira muito divulgada. Se o casal estiver em boas condições de higiene, não há sujeira nenhuma. Nossas secreções não são sujas. Mesmo o suor e o chulé não tem cheiro; o fedor eventual surge da proliferação de bactérias nas axilas e pés, especialmente.

Aliás, o muco vaginal é um lubrificante natural, que auxilia a penetração e contribui para o prazer. Ele é produzido de forma similar à saliva. Mau cheiro, coceiras e ardência no pênis e na vagina são sintomas de infecções que exigem cuidados médicos.

O mito dos sete segundos

Algumas pesquisas veicularam estudos “demonstrando” que os homens pensam em sexo a cada sete segundos. E estudo foi “inflado”, com certeza. A Universidade de Ohio avaliou 160 mulheres e 120 homens entre 18 e 25 anos. Eles pensam em sexo 19 vezes por dia: pouco menos do que em comida (18 vezes), mas quase o dobro dos pensamentos eróticos femininos (dez vezes por dia).

Pensar em sexo em intervalos tão curtos praticamente impossibilitaria as atividades do dia a dia: trabalho, estudos, lazer, namoro. Mesmo atividades simples, como fazer uma refeição, seria bastante estranha.

Masturbação é pecado?

Definitivamente, não. A masturbação é natural em todas as idades. Várias espécies animais a praticam com naturalidade. Tudo começou com uma história bíblica. Na época, se um homem morresse, seu irmão devia transar com a esposa para gerar filhos e impedir que o nome desaparecesse. Mas Onã não quis fazer isto; por isto, ejaculava sempre fora. O Antigo Testamento diz que ele foi punido com a morte.

Entre os muitos mitos, diz-se que a masturbação faz crescer pelos nas palmas das mãos, provoca epilepsia e até esquizofrenia. Pelos não crescem nas mãos de humanos; epilepsia e esquizofrenia têm causas genéticas. Algumas religiões afirmam que a ejaculação é o mesmo que retirar parte do sangue. Crenças à parte, não há traços de sangue no esperma.

Sexo e saúde

Se a masturbação não traz nenhum destes danos, certamente uma vida sexual muito intensa não pode prejudicar a saúde. As duas afirmações são mentirosas. O sexo é uma atividade física – e os especialistas não se cansam de orientar os pacientes a se exercitarem. Mas além de queimar algumas poucas calorias, o sexo também combate o estresse e fortalece o músculo cardíaco.

Outro assunto tabu: sexo anal provoca hemorroidas e relaxa o esfíncter. O ânus não é um órgão sexual, mas é usado como tal há milênios. Pode ser desconfortável nas primeiras experiências, mas deixar o corpo relaxado e usar um lubrificante são providências mais que suficientes para se obter uma relação sexual prazerosa.

O risco de contrair DSTs, no entanto, é maior no sexo anal. Por isto, a camisinha é fundamental para a prática. A relação anal, mesmo que seja violenta, pode provocar microfissuras e fissuras na região reto-anal, mas não causa hemorroidas. Estas são vasos inchados na região do ânus, resultantes do aumento da pressão sanguínea o ânus e no reto. Mas quem tem hemorroidas vai ter o quadro agravado.

Em geral, o parceiro sente mais prazer, porque o canal é mais estreito. Mas o prazer da parceira fica garantido com boas preliminares e boa estimulação.

Sêmen e dieta

Candidatos ao sexo oral costumam alardear as propriedades nutricionais do esperma. Uma delas é que o líquido tem poucos carboidratos.

Na verdade, ele é composto em grande parte por frutose, o açúcar contido nas frutas.

Mas esta dica é verdadeira: os sucos de frutas ricas em frutose – abacaxi, papaia, melão, maçã, uva, etc. –melhoram o gosto do esperma, que é naturalmente neutro, mas pode ter seu pH alterado. Mudando o gosto amargo sentido por algumas mulheres.

O orgasmo feminino

Mulheres que não atingem o orgasmo com seus parceiros apresentam maior tendência a traí-los. Mas se engana quem pensa que a penetração é necessária para levar a parceira às nuvens. A estimulação do clitóris com as mãos ou a boca são mais do que suficientes.

E, como a mulher não precisa de um “tempo” entre as gozadas (como acontece com os homens), ela pode atingir vários orgasmos durante as preliminares e culminar a relação com a penetração.

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