Ansiedade: A doença do século

A ansiedade é, afirmam diversos especialistas, a doença da vida moderna, por isso tornou-se conhecida por ser a doença do século. Saiba o porquê.

Sentir-se ansioso diante de situações novas ou em momentos importantes da vida ou ainda de grande expectativa é normal, normalmente as mãos suam e ficam frias, o coração acelera e somos tomados por uma louca preocupação com algo que ainda nem aconteceu. Todos nós já nos sentimos assim em algum momento, mas como tudo na vida que vem em excesso ou de maneira descontrolada, a ansiedade excessiva também pode nos fazer muito mal, principalmente quando deixa de ser uma reação natural do corpo humano manifestando-se de forma crônica que pode levar, muitas vezes, a casos mais graves como algumas fobias e síndromes, incluindo a do pânico.

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Segundo estudo realizado, 20% da população somente da cidade de São Paulo, sofre de ansiedade e é considerado o índice mais alto do estudo que avaliou diversas cidades dentre 24 países. O diagnóstico de ansiedade é feito por um psicólogo ou por um psiquiatra e os tratamentos são específicos, de acordo com cada caso, pois se manifestam em intensidades diferentes.

Leia também: Os diferentes tipos de ansiedade

Diversos novos tratamentos foram desenvolvidos baseados no estudo e nos avanços dos conhecimentos sobre a base neurológica da doença, por ser um problema de difícil detecção, a tecnologia tem auxiliado bastante tanto no diagnóstico quanto no tratamento da tão falada doença do século, mas além dos tratamentos convencionais algumas terapias também são utilizadas no tratamento de pessoas diagnosticadas com ansiedade como, por exemplo, a terapia com animais.

Em um hospital nos Estados Unidos alguns pacientes que seriam submetidos a exames neurológicos e de ressonância foram escolhidos para serem expostos a brincadeiras com cachorros por 15 minutos para diminuir o nível de ansiedade antes de realizarem o exame e foi constatado, comparado a pacientes que não tiveram esse contato precedente, um grau muito menor de ansiedade. Mas o que tem mostrado resultado no tratamento de ansiedade principalmente nos casos mais intensos, segundo médicos especialistas, é a junção entre os dois tipos de tratamento, o comportamental: chamado de terapia cognitivo-comportamental, que auxilia no processo de alteração de padrões de pensamento e dos comportamentos ligados a eles, e a medicação.

Nos casos mais leves, como as fobias, o tratamento de terapia é o mais indicado, em casos moderados já é necessário entrar com os medicamentos e para os casos mais graves existem, além dos medicamentos, novos tratamentos disponíveis, como já citado. Os mais usados são:

Realidade Virtual:

Auxilia o paciente expondo-o a situações virtuais, que ele pode viver posteriormente, e assim evitar uma ansiedade excessiva ao passar realmente por aquela situação.
Neurofeedback:

Onde é usado um treinamento específico para que o cérebro aprenda novos padrões de funcionamento para que assim deixe de manifestar uma ansiedade exagerada diante das situações.

Estimulação Magnética Transcraniana:

Tem o objetivo de reequilibrar a atividade dos neurônios através de aplicações de energia magnética no cérebro, mas ainda está em fase de testes.

Quando a ansiedade torna-se descontrolada gera grande sofrimento e até mesmo danos e perdas nas diversas áreas da vida, seja afetiva, profissional, social e até mesmo física, se este for o caso, não deixe de procurar um especialista.

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