Adoção de animais: é preciso pesar os prós e contras

Antes de adotar um pet, pense em todas as consequências para você - e para o bichinho.

Um animal de estimação pode fazer a alegria da família. Mas especialmente entre os mais populares – cães e gatos – é preciso pensar nas mudanças que a chegada do pet traz para a rotina da casa.

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Antes de adotar, consulte um especialista sobre as características do animal que você vai levar para casa. Há um exemplo clássico: no ano em que a Disney lançou “A Dama e o Vagabundo”, os cockers spaniels foram campeões de vendas nos EUA – e também campeões de rejeição. A raça foi criada para caça e não se comporta de modo nenhum como a cadelinha mostrada no desenho.

É preciso pensar que um cão (ou gato) vive em média 12 anos, mas alguns ultrapassam bastante esta idade. Você deve estar pronto para esta longa convivência e ter alternativas para quando sair em viagem.

Ao se decidir pela adoção, devem ser garantidas as necessidades básicas: vacinação, vermifugação e, se você não pretende iniciar uma criação, a castração do bicho.

Brigar com uma gata porque ela fugiu para o telhado ou com um cão porque ele pulou o muro para visitar a cadela do vizinho é, no mínimo, um contrassenso.

É preciso pensar também que animais – principalmente filhotes – fazem travessuras o tempo todo. Eles precisam explorar o novo espaço, descobrir onde e quando dormir, fazer suas necessidades e às vezes se deparam com obstáculos exóticos para eles. Gatos adoram arranhar sofás e poltronas, enquanto os prediletos dos cachorrinhos são sapatos e meias. Não adianta brigar com eles nesses momentos: são ações instintivas. Com tempo e paciência, é possível ensinar a eles os limites das brincadeiras, mas não se deve perder de vista que várias raças de cães e todas as gatas são territorialistas e marcam seu “pedaço” com xixi. É bom deixar claro
para eles qual é sua “área de atuação” e, no caso dos gatos, é preciso instalar redes de proteção para que eles não escapem ou caiam.

Cães e gatos comem rações balanceadas, específicas para a idade e para algumas deficiências orgânicas e doenças. Não devem ser alimentados com comida de humanos, muito menos com restos do almoço.

Poucos gatos gostam de sair de casa, mas a maioria dos cães adora um passeio. Para isso, é preciso coleira e corrente e para algumas raças (como o pitbull), a focinheira. Mantenha a carteira de vacinação em dia para evitar doenças contagiosas e leve saquinhos para recolher os dejetos do seu pet.

Dê preferência aos animais rejeitados. Os centros de controle de zoonoses sempre têm animais disponíveis, e mesmo na internet há vários sites de doação. Isso também é um exercício de cidadania.

Pets precisam de companhia, carinho, abrigo, alimento. Se você não tiver tempo e disponibilidade para fornecer isso, é melhor começar com um bichinho de pelúcia.

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