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A magia de Marrocos

Entre o Atlântico e o Mediterrâneo, Marrocos, mostra e oculta sua magia milenar.

No noroeste da África, há uma terra em que se pode tomar o café da manhã numa bela praia mediterrânea, passar por áreas cultivadas, criações de carneiros e cabras, passear pelo Saara no dorso de um camelo ou num quadriciclo e avistar as montanhas do Atlas ao pôr do sol. Nas cidades, as ruas estreitas perfumadas pelo aroma das especiarias, completa a magia de Marrocos.

A arquitetura é outro ponto deslumbrante. Os muçulmanos levam muito a sério o mandamento “Não farás imagens à semelhança das coisas que Deus proibiu”, por isso, sua arte não retrata pessoas, animais ou plantas, mas criou mosaicos a imagens abstratas que encantam os olhos, colorindo os edifícios de ângulos retos e as mesquitas cheias de curvas que apontam sempre para o céu.

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A magia de Marrocos foi possibilitada pelas diversas culturas que se estabeleceram em seu território: fenícios, romanos, bizantinos, árabes, portugueses, espanhóis, ingleses e franceses colonizaram o país. Cada uma deixou sua marca. Marrocos é um reino independente desde 1956.

A capital do Marrocos é Rabat, mas a maior cidade é Casablanca, com mais de três milhões de habitantes, eternizada no filme norte-americano homônimo, de 1942. A cidade tem parques, museus, lojas de artesanato, a grande Mesquita de Hassan II, a terceira maior do mundo, e o indefectível mercado árabe. Ao lado destas construções históricas, há o Twin Center, com dois prédios de 28 andares e um complexo de cinemas. Casablanca sedia um festival internacional de música desde julho de 2011, que contou com a participação de Carlinhos Brown.

Outras cidades importantes são Fez, Salé, Marrakesh e Agadir, todas com mais de 500 mil habitantes. Uma curiosidade inútil: uma das mais antigas telenovelas brasileiras, exibida entre 1966 e 1967, foi ambientada no Marrocos. O ator Henrique Martins era o “Sheik de Agadir”.

Um jantar marroquino segue um rito especial. Antes de iniciar, uma empregada ou o membro mais jovem da família anfitriã (sempre uma mulher) traz uma bacia com água e um sabonete no centro, para que todos lavem as mãos. Antes e depois da refeição, é costume tomar chá verde com hortelã. Depois do agradecimento a Deus, pratos comunitários, sempre acompanhados de pão sírio, são trazidos sucessivamente e o alimento é levado à boca com a mão direita. Os anfitriões se servem antes dos convidados. Findo o repasto, repete-se a lavagem das mãos e o agradecimento a Deus.

Mulheres não devem andar desacompanhadas pelas ruas das cidades, para não sofrer o assédio de solteiros e, em respeito à religião local, precisam manter a cabeça coberta (um lenço é suficiente).

Apesar de receber turistas o ano todo, a melhor época para ir ao Marrocos é o outono-inverno (do hemisfério norte), já que o verão é muito seco. Há voos do Brasil, com conexões, por diversas companhias aéreas. As grandes cidades do país têm boa infraestrutura e hotéis de qualidade.

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